Os resultados do PISA são uma tragédia. Mas o que é uma verdadeira tristeza é ver a classe partidária assanhada na busca de culpados políticos, em lugar de procurar consensualizar remédios para o futuro. Ah! E já agora, um pequeno consolo: olhem o descalabro por essa Europa fora!
quarta-feira, setembro 09, 2026
A luz vem do alto
terça-feira, setembro 08, 2026
Centeno
O país deve imenso, no seu prestígio internacional, à ação desenvolvida no governo, no Eurogrupo e, finalmente, no Banco de Portugal por este grande servidor da causa pública.
Irei ler com muito interesse.
O ar da tragédia
Em 2001, eu vivia em Nova Iorque. As torres gémeas caíram em 11 de setembro desse ano, devido ao embate deliberado de dois aviões. Muita gente morreu — nos aviões e nos prédios.
Solução
Há uma cobardia na arbitragem. A forma como as defesas, junto à área, tentam obstaculizar a ação dos avançados, nos cantos e outras situações de bola parada, raia o absurdo: empurrões, "abraços" e puxões de camisola tornam aquilo numa selva. Solução? Penalti! Era remédio santo.
Baixo
Eu nem para estrelar um ovo sou capaz de pôr um avental! Mas é muito baixo que um deputado, numa comissão parlamentar, pergunte a alguém — como se tal fosse crime ou motivo de suspeição — se é membro da maçonaria. A pessoa em causa não será. E se fosse? "Mind your own business!"
segunda-feira, setembro 07, 2026
Narana e o ISCSPU
Narana Coissoró nunca foi meu professor, nos anos em que andei pelo ISCSPU (Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina). Nos dias e noites atribulados do primeiro semestre de 1969, antes de consumado o afastamento de Adriano Moreira por Marcelo Caetano, pela mão prestimosa de José Hermano Saraiva, estive com ele algumas vezes em discretos gabinetes da Junqueira, em pontuais reuniões em que ele representava Adriano Moreira, na conjugação que este procurava ter com as estruturas associativas estudantis.
O "problema"
Trump procura uma intervenção da justiça para proibir o voto por correspondência. Um terço dos eleitores americanos vota dessa forma — desde logo, o próprio Trump! O "problema" é simples: a maioria dos votos por correspondência favorecem os democratas.
Brasil - a imprevisibilidade de um sismo
Há dias, numa rede social, um jornalista brasileiro aconselhava os leitores a observarem com prudência as informações que transmitia na própria mensagem que escrevia. É que, no Brasil e nos tempos que correm, lembrava ele, a realidade poderia, minutos depois, infirmar tudo.
Querem responder?
O pânico com o crescimento da extrema-direita, bem compreensível, implica responder a uma pergunta desagradável: o que é que os partidos decentes fizeram de errado, ou não fizeram de todo, para que os eleitores lhes tenham fugido? Uma autocriticazinha não lhes faria mal nenhum.
domingo, setembro 06, 2026
Pare para pensar
Tenha ou não uma maioria absoluta, o resultado estadual da AFD deve interrogar-nos sobre se olhar alegremente para o rearmamento alemão não será uma ingenuidade suicida. O futuro da Alemanha não é necessariamente no "bom sentido". Ou o da França. Ou, já agora, o da Ucrânia...
"A Arte da Guerra"
Crescemos!
"Três mil carateres"
Faz agora precisamente seis anos, publiquei no então semanário "Novo" — infelizmente já desaparecido — um artigo que se auto-explica. Tinha por título "Três mil carateres". Apeteceu-me reproduzi-lo:
sábado, setembro 05, 2026
Sem "mas"
É uma excelente notícia para o país a reclassificação positiva do "rating" do país por mais uma agência de notação. O governo está de parabéns, sem qualquer "mas".
Assim, sim!
É impressionante o vigor da voz pública diária do senhor presidente da Assembleia da República, reclamando contra o incompreensível atraso na investigação de um assaltozeco de lana caprina numa sala do palácio onde dirige os eleitos da nação. Assim, sim! Que nunca a voz lhe doa!
A festa de Seguro
Seguro não diz nada? Seguro falou mas disse pouco? Seguro puxa pelas orelhas de Montenegro? Seguro está nas mãos de Montenegro? Seguro deve estar divertir-se imenso com tudo isto. Ganhou — sozinho! — está lá e é ele quem "call the shots". Os outros só reagem. Ora bem!
França
De súbito, na extrema-direita francesa o fulgor parece ter empalidecido. Emergem linhas diferentes quanto a temas básicos, como o uso do véu islâmico ou a guerra da Ucrânia. Bardella, a estrela da seleção de "esperanças" do RN, foi mesmo afastado da "fila da frente"? "À suivre".
Pê Cê
Há muitos anos, estive em festas do Avante (em rigor, Avante! deve escrever-se com um ponto de exclamação à frente, porque é assim o nome do jornal). Fui a festas quando foram na FIL, na Ajuda e no Jamor. Nunca estive na Atalaia. Nos anos 80, cheguei a ir a uma festa do l'Humanité, do PCF, em La Courneuve, perto de Paris.
Vários amigos e familiares não perdem, a cada ano, a festa do Avante. Já me desafiaram, mas, confesso, não tenho pachorra. Só isso.
Com a maior sinceridade, desejo ao PCP e aos seus "compagnons de route" e de festa, uma excelente Festa do Avante! Com muita música, boas bancas regionais de comida e, se fosse possível, com mais festa e poucos discursos.
Da guerra
Passa-se qualquer coisa na guerra da Ucrânia. Não é muito claro de que se trata, mas o sentido parece bom. Houve uma suspensão, ainda que provisória, de algumas das hostilidades. Virá por aí um acordo? Por que será que, apesar de tudo, não consigo estar otimista? Logo veremos!
PISA
Os resultados do PISA são uma tragédia. Mas o que é uma verdadeira tristeza é ver a classe partidária assanhada na busca de culpados polític...







