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quarta-feira, janeiro 28, 2026
É a vida!
terça-feira, janeiro 27, 2026
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Toda a futurologia é empírica
Num debate destes, começa-se por medir se os candidatos fixaram o eleitorado que traziam: claramente, isso aconteceu, em absoluto. Depois, avaliar quem terá sido mais eficaz em captar quem votou nos derrotados da 1ª volta: Nisso, Seguro pareceu-me marcar mais pontos. Digo eu...
O candidato do empadão
"Política do empadão" é uma bela fórmula criada por António José Seguro para caraterizar a habitual mistura e confusão de temas, quase sempre de forma imprecisa e caricatural, que é a tática de André Ventura para, na réplica, tornar difícil uma resposta a uma questão concreta.
segunda-feira, janeiro 26, 2026
Startupismo
Constato que o limoeiro do meu quintal tem 21 limões. Vou dar uma saltada à Unicorn Factory. Acho que já tenho ali massa crítica para abrir uma start-up.
Como é?
Pessoa "honesta e educada" é como Cavaco Silva qualifica António José Seguro. Quanto se anuncia o voto num candidato e se sublinham as suas qualidades, isso representa, a contrario, a óbvia qualificação da alternativa que está no terreno?
Questão simples
Pessoa "honesta e educada" é como Cavaco Silva qualifica António José Seguro. Quanto se anuncia o voto num candidato e se sublinham as suas qualidades, isso representa, a contrario, uma óbvia qualificação da alternativa que está no terreno?
Um cheirinho de goibada
Ficará para a ciência política, com a distância do tempo, refletir um dia sobre as razões pelas quais um eleitorado que tinha dado uma maioria absoluta ao Partido Socialista alterou, num prazo que foi curto, o sentido do seu voto e veio a entregar o poder a uma direita sem um especial carisma.
domingo, janeiro 25, 2026
Ambiguidade
Corre por aí um modelo para ninguém perder a face na questão da Gronelândia.
Os EUA obteriam a propriedade das bases no território, o qual manteria o seu estatuto perante a Dinamarca.
Trump diria que "adquiriu" território, Copenhague preservaria o essencial do "status quo".
Chama-se a isto ambiguidade diplomática. Será possível?
Seguro, Rushdie e eu
Um dia de julho de 1993, na embaixada de Portugal em Londres, recebi um telefonema de António José Seguro. Não o conhecia pessoalmente, apenas sabia que era o líder da Juventude Socialista.
EUA
A informação nos EUA está tão polarizada que é difícil obter dados independentes sobre o caso que ocorreu no Minnesota. Menos sobre os factos, mais sobre o seu real impacto na opinião pública e eventuais consequências políticas. A CNN diz uma coisa, a Fox diz outra. Como olharão os americanos estas informações contraditórias? Qual é o "saldo" disto? Ficam ao lado de Trump, ficam contra ou a vida continua?
sábado, janeiro 24, 2026
Alain
Nunca li nada de Émile-Auguste Chartier, que usava o pseudónimo de Alain, salvo citações. Gosto desta: "Quand quelqu'un me dit qu'il n'est ni de droite ni de gauche, je sais que c'est un homme de droite". Isso é dos anos 30, dirão alguns. Ao que eu respondo: estão aí a chegar...
Ai! Leão
Como sportinguista, PSG e quejandos não me preocupam nada, "comemo-los a todos". Já o Arouca ou o Cascalheira põem-me nervoso. E, como se viu, eu tinha razão...
Ai! América
Kultura
Dizem-me que há uma lista dos nomes da cultura que apoiam o candidato que se opõe a Seguro. Mas que está em segredo, porque os próprios não querem aparecer a público, porque assim a família iria saber...
América
Como é natural, damos maior atenção aos impactos externos da administração Trump.
Contudo, há dias, um amigo americano anti-Trump só me falava, muito preocupado, da clivagem violenta que a América atravessa, como em Minneapolis, da rutura dos "checks and balances".
Para ele, a Gronelândia é um "fait divers".
Cada um vê o mundo do lugar onde está.
Um mínimo
Não apelo a uma política de canhoneira, nem sequer a um ato de grande visibilidade pública, mas há um mínimo de reação que Portugal deveria ter (sem se esconder atrás de posições coletivas) junto dos EUA, em face do insulto à memória os nossos soldados mortos no Afeganistão.
A mesma luta
Um grupo de proeminentes cidadãos "não-socialistas" declara apoio a António José Seguro.
Não o apoiaram na primeira volta, mas, perante a alternativa, escolhem-no para o exercício da função presidencial.
Quero deixar claro que, se acaso tivesse sido Marques Mendes a passar à segunda volta, este socialista estaria a assinar uma lista semelhante.
É a vida!
Pode ser que seja apenas "wishful thinking", mas fiquei ontem com a sensação de que André Ventura já se está a ver, daqui a semana...





