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terça-feira, março 10, 2026

"Olhe que não, olhe que não"


Esta semana, Jaime Nogueira Pinto e eu falamos da Carta Constitucional de 1826 e de muitas outras coisas a propósito, em mais um podcast do "24 Horas". 

Pode ver aqui: https://youtu.be/Lu92j6dqqpM?is=m2_YgtqO3A6sBDSz

segunda-feira, março 09, 2026

Será?


Em França, o Rassemblement National é qualificado como sendo de extrema-direita, com toda a naturalidade, por parte da imprensa. Em Portugal, onde o Chega está ideologicamente bastante mais à direita do que o RN, parece haver pudor (será medo?) em "chamar os bois pelos nomes".

domingo, março 08, 2026

Estava assim...


... há minutos.

Em Belém



Entrei no palácio de Belém, pela primeira vez, em início de maio de 1974 (foi há muito tempo: maio ainda se escrevia com maiúscula). Tinha ali sido enviado pela unidade onde era militar, para abordar um assunto delicado com um senhor chamado Vitor Alves, um simpático major que só então percebi ser uma importante figura do tal MFA, entidade ainda misteriosa à volta da qual rodava a nossa vida pública de então. 

Voltei lá - e lá estava Vitor Alves outra vez - na noite de 11 de março de 1975, integrado num grupo de oficiais, ou quase isso, que interrompeu uma reunião do "Conselho dos Vinte" e forçou a realização da assembleia do MFA que leva para a História o nome dessa data - dia que, recordo, tinha começado com uma tentativa violenta de golpe de estado spinolista. 

No final de maio desse ano, ali regressei de novo, dessa vez chamado ao Conselho da Revolução, que estava presidido por Costa Gomes, enviado pelo SDCI, o serviço de informações militares onde então estava colocado, para abordar um assunto que igualmente não vem ao caso. No final, fui convidado para almoçar com eles (recordo que eram lulas e nada más). Ah! E Vitor Alves lá estava também. 

Vinte anos mais tarde, recebendo Vítor Alves no meu gabinete do governo na Cova da Moura (curiosamente, o mesmo que tinha sido ocupado por Spínola no 25 de Abril - esse Abril tem sempre maiúscula - e já fora de Botelho Moniz e centro da "abrilada" falhada de 1961) rimo-nos dessas coincidências em tempos revolucionários. 

Creio que, ainda nesse ano único que foi 1975, voltei a Belém, em junho, chamado por Loureiro dos Santos, que ainda não era general e secretariava o Conselho da Revolução. O motivo dessa curta conversa também não é para aqui chamado, mas era menos relevante. Semanas depois eu iria sair do serviço militar e ingressar no MNE.

Depois disso, como diplomata, voltei bastantes vezes a Belém, nos tempos de Eanes e de Soares, mas, naturalmente, nunca para ali ser recebido por qualquer deles. 

Com Sampaio, em funções no governo ou como embaixador, estive ali inúmeras vezes. 

Já outras, poucas, porque não havia razões funcionais que a isso justificassem, foram as ocasiões com Cavaco Silva. Mas, curiosamente, fui o primeiro embaixador português que ele recebeu em audiência após ter sido empossado. 

Coincidiu ter de ir a Belém na tarde da passada sexta-feira, último dia útil dos dois mandatos de Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente com quem mais vezes ali estive, não obstante me ter reformado de funções públicas anos antes da sua primeira posse. Diferentes encargos e ensejos levaram a que as coisas assim fossem. 

Na ocasião, o Pátio dos Bichos estava como a imagem mostra.

Creio que nunca até hoje contei em público o trecho de uma conversa que um dia tive, também em Belém, com Jorge Sampaio. Apetece-me fazê-lo hoje. Viviam-se os derradeiros meses da insólita, embora felizmente efémera, experiência primo-ministerial de Santana Lopes. 

Falava com Sampaio de três líderes sucessivos do PSD: Marcelo, Barroso e Lopes. Sampaio comentou qualquer coisa como isto: "Tive com o Barroso uma relação institucional sempre correta, embora não isenta de fortes tensões. Uma delas, por sua causa, como sabe. Do mesmo modo, o Lopes (ele usava uma outra "fórmula" nominativa, semanticamente algo diversa mas divertida, para se referir ao agora edil da Figueira) cuida sempre em manter uma atitude de respeito e um comportamento adequado, não obstante questões várias que têm surgido (Sampaio era muito reservado em matérias de Estado, observando o clássico "need to know" e eu não precisava de saber dos problemas dele com o primeiro-ministro de então). Nesse domínio, da correção institucional, devo dizer que não tenho a menor razão de queixa de ambos. Mas sinto sempre que há qualquer coisa de fundo a separar-me deles. Fazem parte de outra geração, de um outro mundo de vida. Curiosamente, com o Marcelo nunca é assim: com ele, não obstante todas as divergências, e até dificuldades que possam surgir com aspetos da sua personalidade, acaba por passar sempre uma corrente, talvez devido à maior proximidade da idade. Não é da mesma opinião?"

Era e continuo a ser, tanto mais que a minha idade está bem mais próxima da do presidente "sortant", como chamam os franceses ao incumbente até amanhã. Mas devo confessar que, não obstante todo o respeito institucional que me merece, bem como o registo de simpatia e até amizade que não escondo ter por ele, ainda não "assentou o pó", dentro de mim, sobre o saldo da década de Marcelo Rebelo de Sousa como presidente da República. Assim, apetece-me usar a fórmula da contabilidade: no razão desta presidência, pelo método das partidas dobradas, só posso concluir que os débitos ficam à esquerda e os créditos à direita. É o que, nesta fase, tenho a dizer para os autos...

sábado, março 07, 2026

Lá terá que ser!


Como sportinguista, tenho de reconhecer: para o ano há mais. 

É a vida e é apenas uma bola.

Elevadores

Desculpem lá, mas alguém sabe se, com o acidente do elevador da Glória, "morreram" de vez os elevadores de Lisboa? Os restantes não deviam já estar a operar em pleno? Por que será que ninguém fala disto?

Golfo

Com a mania que Donald Trump tem de mudar a toponímia a seu bel-prazer, estou admirado que não tenha começado a chamar "Golfo Arábico" ao Golfo Pérsico, como os árabes gostam (e, já agora, alguns comentadores deviam aprender que os iranianos são muçulmanos mas não são árabes).

"A sombra de Passos"


É muito raro eu colocar por aqui um texto de que não seja autor. Hoje abro uma exceção para este artigo de José Pacheco Pereira.

"Seria bom que Passos desse passos para entrar a todo o vapor na política partidária de uma forma mais transparente do que o alimento cínico do sebastianismo.

Passos Coelho deixou uma herança maldita no PSD, mais funda do que se pensa: o abandono da identidade social-democrata, que mal ou bem tinha sobrevivido até Cavaco Silva. O Governo Passos-Portas-troika foi mais do que um Governo de “necessidade” imposta, foi uma experiência de engenharia social que só não foi mais longe devido às limitações que o Tribunal Constitucional colocou à governação e ao falhanço da tentativa de mudar o programa do PSD que foi entregue à direita radical. Foi isso que significou “ir além da troika”.

Muitas das ideias que hoje estão encarnadas no Chega e na Iniciativa Liberal foram aplicadas pela governação de Passos, em particular a colocação como alvo da austeridade da classe média que tinha ascendido da pobreza pela acção do Estado. Este processo de elevador social era um elemento fundamental do pensamento de Sá Carneiro, e correspondia à tradição social-democrata e à doutrina social da Igreja, a de que o funcionamento do capitalismo e do mercado não eram eficazes no combate à exclusão e à injustiça social, que devia ser uma função garantida por um Estado com um programa que olhasse para a desigualdade e para as suas raízes. O último momento em que o PSD fez uma séria tentativa de aplicar este programa social-democrata foi o Plano de Erradicação das Barracas, com Cavaco Silva.

Mas, como sempre acontece, Passos deslocou o PSD para uma direita radical, atacando a função pública, colocando os “jovens” contra os seus pais e avós com a ideia de uma “justiça geracional”, atacando os sindicatos e retirando direitos aos trabalhadores, privatizando tudo o que pôde, parando apenas quando o travaram, como aconteceu com a Caixa Geral de Depósitos, e fazendo pagar a austeridade aos sectores da sociedade que tinham recentemente saído da pobreza, num processo que tenho classificado como o de “pai lavrador – filha professora primária – neto universitário”. O bloqueio do elevador social em Portugal, como noutros países da Europa, foi um dos factores do ascenso do populismo e da extrema-direita após a crise financeira da banca, que acabou por ser paga por aqueles que nenhuma culpa tinham da ganância que a motivou. Schäuble, um dos seus autores, reconheceu que errou e pediu desculpa, cá nada disso aconteceu.

Mas as políticas moldam os partidos e o PSD nunca mais foi igual. Os discípulos de Passos que não foram para o Chega nem para a Iniciativa Liberal – e muitos foram – estão hoje à frente do PSD, da direcção do partido ao grupo parlamentar. Mas são, de facto, menos “reformistas” no sentido de Passos (e, diga-se de passagem, do Chega), porque são mais tacticistas e perceberam o desgaste eleitoral do Governo Passos-Portas-troika na base eleitoral do PSD, perdendo a juventude para a Iniciativa Liberal e os mais velhos ou para a abstenção, ou para o Chega.

Porém, com ou sem “linhas vermelhas” e “não é não”, é à direita que hoje o PSD está confrontado com a diluição das suas fronteiras sociais-democratas. Essas fronteiras já tinham soçobrado em vários momentos, nas regiões autónomas e na competição com o Chega no mais perigoso tema da imigração. Embora a questão da imigração seja real e tenha havido muitos erros na governação socialista e na incapacidade de reconhecer que havia aqui um “problema”, o modo como Montenegro e o Governo a defrontaram significou um upgrade do discurso do Chega que, a partir daí, dominou a agenda política, e foi o melhor serviço que foi prestado ao Chega. A combinação de uma declaração solene do primeiro-ministro em horário nobre com a rusga hipermediática na Rua do Benformoso, o complemento da declaração dramática de Montenegro, foi sem dúvida o factor mais relevante na ascensão do Chega, que viu a sua visão estrutural da imigração impor-se pela acção do Governo.

Passos está aqui em completa sintonia com a dinâmica do Chega e o Portugal que daqui sairia seria o da direita radical, do Vox a Trump, uma espécie de institucionalização de uma guerra civil como a que já hoje se passa nos EUA

A sombra e a motivação para o frenesim declaratório de Passos, que não tem outro sentido senão um regresso, não se sabe muito bem como, são o chamado “pacote laboral”, a “reforma” que está presente por detrás das suas declarações sobre o falhanço reformista do Governo. Não é por acaso que o “pacote laboral” é a motivação de Passos, embora o alcance da sua acção seja mais vasto. O primeiro passo de Passos é a pressão para um acordo parlamentar de fundo entre o PSD e o Chega e a Iniciativa Liberal, e qualquer acordo sobre a legislação laboral é sempre um acordo de fundo. Depois, esse acordo que daria a maioria às políticas da direita radical mostraria quem manda em Portugal, revelaria a irrelevância da esquerda, a começar pelo PS, e abriria caminho para outros acordos, a começar pelo Tribunal Constitucional e na revisão da própria Constituição. Passos está aqui em completa sintonia com a dinâmica do Chega, e o Portugal que daqui sairia seria o da direita radical, do Vox a Trump, uma espécie de institucionalização de uma guerra civil como a que já hoje se passa nos EUA.

Por isso, o pessimismo da inteligência deve ser nestes dias mais forte do que o optimismo da vontade. Se esse optimismo se dirigir para o combate duro a este caminho, será bem-vindo. É também por isso que seria bom que Passos desse passos para entrar a todo o vapor na política partidária de uma forma mais transparente do que o alimento cínico do sebastianismo."

Um texto aqui publicado há dez anos


"Chega hoje a Belém. Esperemos que para bem. Não votei nele, mas desejo, com a maior sinceridade, que, nos próximos cinco anos, saiba interpretar o interesse do país, que conhece muito bem. Entra de mãos livres, com escassa dependência partidária, o que lhe confere uma maior responsabilidade. Por um tempo de graça cuja duração só dele depende, terá a possibilidade de ser o presidente da "acalmação", como noutros tempos se dizia.

Julgo que o conheço bem, mas quantos de nós não dirão o mesmo? É um homem inteligente, arguto, rápido, perspicaz. Por muito que o olhemos sempre no meio de muita gente, é um solitário. Confia imenso em si mesmo, porque a vida lhe tem dado razões para isso, porque a sorte também o tem bafejado, embora a sorte dê muito trabalho. Espera-se que, em Belém, saiba ouvir e seja capaz de refrear um estilo impulsivo que, por vezes, o fez cometer alguns erros. Erros que, no entanto, não foram suficientes para estragar o "percurso limpo" que, com maestria estratégica, o levou até à Presidência - verdade seja que também por falta de comparência de uns e por falta de jeito de outros.

Não vale a pena sublinhar o contraste que fará com a imagem de Cavaco Silva, que ele procurará tornar muito evidente, sem nunca o dizer. O seu modelo de presidente, também sem o dizer, é, na realidade, Mário Soares - no abraço, na afetividade, na simplicidade que, nem por ser ensaiada com coreografia de mestre, de uma forma tão natural que já faz parte de si mesmo, deixa de ter alguma coisa de genuíno. No fundo, estou certo de que, no dia que sair de Belém, também lhe não desagradaria ser comparado, em postura ética, a Jorge Sampaio. Mas também nunca o dirá. Será igual a si mesmo. Enfim, logo veremos!"

sexta-feira, março 06, 2026

O sinaleiro de Belém


Lá estava ele, hoje à tarde, o sinaleiro do cruzamento de Belém, perto da Versailles nº 2. 

Nunca percebi a lógica das aparições deste que me parece ser o único sinaleiro de Lisboa  - em tempos não muito longínquos, vi outro em S. Mamede.

Se alguém souber a resposta para isto, não a dê, para manter o segredo.

Líderanças


Parece não se confirmar que esta afirmação de Trump tenha alguma coisa a ver com a liderança futura do PSD.

Perfilados de medo



Perfilados de medo, agradecemos
o medo que nos salva da loucura.
Decisão e coragem valem menos
e a vida sem viver é mais segura.

Aventureiros já sem aventura,
perfilados de medo combatemos
irónicos fantasmas à procura
do que não fomos, do que não seremos.

Perfilados de medo, sem mais voz,
o coração nos dentes oprimido,
os loucos, os fantasmas somos nós.

Rebanho pelo medo perseguido,
já vivemos tão juntos e tão sós
que da vida perdemos o sentido...

(Alexandre O'Neill)


quinta-feira, março 05, 2026

Gibert Jeune

Tive o privilégio de pertencer a uma geração, com pouco dinheiro mas muita sorte, que conseguia flanar algumas vezes por Paris, do final dos anos 60 em diante. 

De início, chegávamos à boleia, outras vezes no Sud, à Gare de Austerlitz, mais tarde em viagens aéreas baratas e, depois, já nem por isso. 

Recordo-me que, das primeiras vezes, um dos lugares tradicionais de encontro com amigos ou conhecidos, nessa época sem telemóveis, era a Place Saint-Michel, junto à fonte, ao final do dia. 

Comprar livros novos, na Paris desse tempo, era um luxo. Nas Gibert Jeune ou nas Gibert Joseph, os saldos, de livros novos e usados, eram sempre magníficos. Só que, depois, era difícil transportá-los para cá. Alguns ainda por aí andam nas estantes, com poucas páginas lidas. 

Leio que a Gibert Jeune da Place Saint Michel fechou portas. Pronto, que se há-de fazer!

Médio Oriente


Ver aqui

António Lobo Antunes


Morreu António Lobo Antunes, um dos escritores maiores da língua portuguesa. Fui seu leitor desde o primeiro livro, embora não tenha lido toda a sua obra. Só o vim a conhecer pessoalmente quando vivi em Paris, capital de um país onde ele era admirado, estudado e muito divulgado. Tive-o por diversas vezes em eventos na embaixada que chefiava, jantámos em algumas ocasiões, charlámos em público outras. Tal como eu, ele admirava Melo Antunes, que cruzara na guerra colonial e de que fora um amigo muito próximo. Na relação social, António Lobo Antunes tinha, em permanência, a atitude que os franceses qualificam de "nonchalant", que desarmava os interlocutores e os deixava na dúvida sobre a importância que realmente dava às conversas. Era um homem brilhante, com tiradas magníficas, como luminosa era a sua escrita, da crónica ao romance, através da qual mantinha uma espécie de eterna guerrilha virtual com José Saramago, que se lhe terá adiantado no Nobel da Literatura por que visivelmente ansiava, embora o não quisesse admitir. A última vez que falámos foi, já há anos, na tarde de um sábado, na livraria Ler, em Campo de Ourique. Felicitei-o então pelo anúncio de que a Gallimard tinha decidido incluir a sua obra na prestigiada coleção Pléiade, ideia infelizmente ainda não concretizada. Disse-lhe que era uma extraordinária consagração; notei que ele estava compreensivelmente feliz com a notícia. O Nobel veio à nossa conversa, que por ora prefiro guardar. Deixo um abraço de muito pesar aos meus amigos e seus irmãos Miguel e Manuel.

Eles à bulha

Desde que o PSD (ainda PPD) existe, sempre achei muita graça aos seus dissídios internos. Era sempre um gosto ver aquela gente "à bulha", porque pressentia que isso ia ser bom "para nós". Nos dias de hoje, por que será que quase (só quase, claro) sinto pena de Montenegro?

quarta-feira, março 04, 2026

"Olhe que não, olhe que não"


A minha conversa semanal com Jaime Nogueira Pinto, desta vez falando de jornais.

Pode ver clicando aqui.

terça-feira, março 03, 2026

Espanha


A Espanha é dos escassos países europeus cuja atitude, face aos EUA, merece a minha admiração.

Isso é que era!


Pena foi que Portugal nunca tivesse mandado a dona Gertrudes Thomaz a uma reunião da NATO.

segunda-feira, março 02, 2026

"Livros!"


"É proibido ter livros?" retoquiu o estudante a um dos pides que tinham invadido a "república", onde vivia com uma dezena de colegas, e que, de rompante, lhe entrara pelo quarto dentro. 

O homem, à vista de uma estante apinhada de volumes, e desapontado por não ter descortinado nada de suspeito, nessa incursão repressiva que tinha outros alvos, havia soltado um desdenhoso "Livros!"

"Não é proibido, mas é um mau começo", respondeu-lhe o esbirro da António Maria Cardoso.

O fascismo era também isto.

"Olhe que não, olhe que não"

Esta semana, Jaime Nogueira Pinto e eu falamos da Carta Constitucional de 1826 e de muitas outras coisas a propósito, em mais um podcast do ...