segunda-feira, março 30, 2026
No MNE
domingo, março 29, 2026
Sttau Monteiro
Belém bem!
sábado, março 28, 2026
"A Arte da Guerra"
Esta semana, em "A Arte da Guerra", António Freitas de Sousa e eu falamos da guerra no Golfo, claro, e das eleições na França e na Eslovénia.
"Deixa-os pousar..."
Olha-se para a conversa que por aí volta a correr em torno do velho "novo aeroporto" e fica a clara sensação de que se pretende perder ainda mais alguns anos. Depois de Santa Engrácia, esta vai ser uma das anedotas nacionais para a História.
sexta-feira, março 27, 2026
quinta-feira, março 26, 2026
Dias
quarta-feira, março 25, 2026
Tariq Ramadan
terça-feira, março 24, 2026
Adhemar
segunda-feira, março 23, 2026
... e Jospin
Em 2003, ao ficar surpreendentemente em terceiro lugar - depois de Jacques Chirac e Jean-Marie Le Pen - na primeira volta das eleições presidenciais, Jospin veio a testemunhar, a uma distância humilhante, uma votação "norte-coreana" em Chirac - o qual, medidas as diferenças, acabou por ser uma espécie de Seguro "avant la lettre". Nessa noite, como logo anunciou, Jospin colocou um ponto final na sua vida política.
Lionel Jospin era das figuras mais respeitadas no seio dos socialistas franceses - e não só. Diplomata na sua origem profissional, tivera no passado uma ligação aos movimentos trotskistas que prolongou, já como militante do PS francês, por um período de tempo politicamente imprudente. Alguns levaram isso à conta de uma deliberada atitude de "entrismo" - a tática trotskista de se manter como "sleeper" dentro de outras organizações. As explicações que posteriormente veio a dar sobre o assunto não convenceram toda a gente.
Jospin era um homem frio, rigoroso, na ideologia um socialista a sério - e isto é um elogio. Estive com ele em algumas reuniões, acompanhando António Guterres, quando ele era primeiro-ministro da "coabitação" em que Chirac estava no Eliseu, depois da inesperada vitória socialista de 1997, resultante da desastrada dissolução da Assembleia que Dominique de Villepin, então SG do Eliseu, inspirou.
Fiquei ao seu lado num almoço em Matignon, de que recordo sobretudo os excelentes vinhos, já que a nossa conversa foi breve - através da mesa, ele falava com António Guterres e tinha à sua direita Jaime Gama. Não sei como, veio à baila o MES, o Movimento de Esquerda Socialista, a que eu tinha estado ligado e sobre o qual ele tinha alguma curiosidade. A certa altura, Jospin disse-me: "Como saberá, fui trotskista. O MES também tinha trotskistas?" Com o tempo, vim a concluir que a minha resposta foi, sem querer, algo premonitória: "Pode dizer-se que o MES teve, como longínqua referência francesa, o PSU, de Michel Rocard. Mas não me recordo que tivesse trotskistas. Em Portugal, os trotskistas tiveram um caminho próprio. Mas com os trotskistas nunca se sabe, não é? Podem ter "entrado" no MES..."
Recordo ainda as longas noites do encerramento do Tratado de Nice, com Chirac no comando das operações e Lionel Jospin e o MNE Hubert Védrine num papel mais recuado, com muito escassa intervenção nas complicadas negociações, madrugada fora. Chirac e Jospin foram ali a encarnação viva do "gaullo-mitterrandisme", essa doutrina teorizada por Hubert Védrine.
domingo, março 22, 2026
O adeus de Bayrou
Nunca esquecerei que François Bayrou foi uma das poucas vozes que esteve ao meu lado, num debate muito tenso no Parlamento Europeu, há 26 anos, quando ali titulei, da bancada da presidência, a posição dos "catorze" países que se opunham à entrada da extrema-direita no governo austríaco. Do outro lado da barricada estava Jean-Marie Le Pen, que zurziu violentamente os meus argumentos, perante a atitude equívoca do presidente da Comissão, Romano Prodi, e o silêncio de todos - repito, todos - os deputados portugueses. Um dia, em Paris, tive oportunidade de agradecer pessoalmente a Bayrou esse seu gesto solidário.
Com o fim político de Bayrou, restam poucas figuras de um outro tempo daquilo a que ainda se chama V República, que hoje cada vez se assemelha ao regime a que sucedeu.
Pois é!
Numa democracia serena, a propaganda em tempos eleitorais faz-se assim. Noutras paragens, é o que se vê...
sábado, março 21, 2026
Ainda não decidi
sexta-feira, março 20, 2026
E um pouco de vergonha?
quinta-feira, março 19, 2026
quarta-feira, março 18, 2026
José Carlos de Vasconcelos
terça-feira, março 17, 2026
segunda-feira, março 16, 2026
E se....
Lembram-se das manifestações populares no Irão, que geraram uma repressão sangrenta? Não é de excluir que, depois da agressão israelo-americana, com a deliberada destruição das infraestruturas do país, o reflexo nacionalista possa vir a reforçar o regime dos aiatolás.
No MNE
Na passada semana, regressei por umas horas à minha casa profissional de origem, o Ministério dos Negócios Estrangeiros. Estive lá na minha...
















