terça-feira, 27 de julho de 2010

Verão!

10 comentários:

Margarida disse...

Assim, sim...
Barquinhos, só de papel.
Um Origami nunca feriu ninguém.
Que se saiba.
:))))

Anónimo disse...

Ingenuidade, Margarida...

Anónimo disse...

"Verão!"Verão...
Não só os que vêem...
Também os que não crêem
Que vêem Verão... Verão
Isabel Seixas

Anónimo disse...

Substantivo ou tempo de verbo, hábil Embaixador ?

CSC

Helena Oneto disse...

Verão mas com mar à vista! aqui, nenhum barco nos acode!

Anónimo disse...

Verão
A história que fizemos
Resultado da imitação que roubamos
Quando pagamos
Vergonha de glória

Verão
A nudez de nós próprios
Autorejeitados
De joelhos cócoras subjugados
Pela herege troca dos nossos olhos
Por nós abandonados

Verão
Os cansados disfarçados
Em sorrisos ténues amordaçados Desgaste das neuras dos empossados
Do poder vil metal escorraçados

Verão
O que não verão
Amores ávidos por ser encontrados
Luzes apagadas em corpos zangados
Sonhos masmorras sequer começados

Isabel Seixas


Não acordei de "rabo" pro ar...
Home sweet home

aires disse...

maravilha...
abraço

Anónimo disse...

O frágil barco da imprensa no dia do Freeport. Eles verão!

Será?

Anónimo disse...

Verão!...

As brincadeiras do olhar
Nos decúbitos da praia

As denuncias descaradas
Da ingestão compulsiva
De bolos de chocolate Lascivos
Substitutos de preliminares Efetivos

A gula
Das fantasias...
Convergindo na Mulher alheia...
A que mais ronda a impossibilidade
Méritos de anorética e fio dental

Sobretudo
Mamas
Nutriente de todas as fomes
E da escravatura da moda de cada um
E a Senhora faz croché
Afastando qualquer sala de espera Da morte...Há quem chame Lar

O pano
Em ponto cruzado
Já abarca o rechelier para o Altar
Onde o Cura vai falar sobre o linho
E dar protagonismo à cruz

O barquinho de papel
Musa
Visa descontrair ...Acessível
E nós...
Partilhamos
Quase tudo
Até
Nós...

Isabel Seixas

Anónimo disse...

Posso...
É para homenagear

"António Lindo"
(de apelido feio)


Não Há Adeus...
Há... A Deus

Beijei
A lágrima
Como quem sorve
A seiva

Não era

É... resquício que capturei
De Sorriso ténue sem mágoa
Que ancorou profecia rosto morgue
Vida que teima

Reconheço

A semente
Planta Hera
Não mereço
Mas guardo com apreço
Qualquer passagem
Ainda pequena

Há Deus na Terra

Ser

Humano
Faz sorrir
Até a Nós
Sem obrigar a Pedir
Nunca Nos deixou sós

Lindo de morrer

Não Sei
Serei digna
De estar na mesma flor silvestre
De auferir do Anjo
Poesia em ou Sem Rima
Mesmo assim estarei
No florescer rosa orquídea agreste

Viverei
Com o Seu Viver
Exemplo...
Lindo de morrer
A Amar...
Sem precisar de me conhecer

Em Cada despertar

E louvar...

A Deus
Sem o Adeus

Sem Penar
Porque Me quis mostrar
O melhor dos sentidos
Nunca os deixar... Perdidos

E dar
O sentir

Através do maior
O grande
O espontâneo
A reis e plebeus

Sorrir...

Não Há Adeus

Isabel seixas

Ao António Feio