quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Portugal na UNESCO



É uma magnífica notícia, que honra a diplomacia portuguesa, a nossa eleição para o Conselho Executivo da UNESCO, a mais importante instância da organização. Vale a pena notar que a Alemanha foi o país derrotado no nosso grupo geográfico. 

A vitória portuguesa vem provar, uma vez mais, a excecional capacidade do nosso país de ganhar eleições no mundo das organizações multilaterais.

É assim tempo de Portugal voltar a ter um embaixador dedicado exclusivamente à UNESCO porque, agora mais do que nunca, passa a ser impossível ao nosso embaixador em França assegurar o seu trabalho com o do Conselho Executivo. Estou certo que o MNE está atento a isto e à necessidade de reforço da nossa Delegação junto da organização.




5 comentários:

Anónimo disse...

E Israel votou em quem?...

Portugalredecouvertes disse...

Sr. Embaixador
parece muito boa noticia ! que a cultura viva !!!

Luís Lavoura disse...

a excecional capacidade do nosso país de ganhar eleições no mundo das organizações multilaterais

Portugal não é percecionado como uma ameaça - nem de perto nem de longe - por ninguém.

Veja-se a concorrência: a Alemanha, um país super-poderoso na Europa; a Turquia, uma potência bastante assertiva; a Finlândia, um vizinho potencialmente incómodo da Rússia. Portugal, por contraste, é um país absolutamente inócuo. Ninguém tem nada contra ele.

Anónimo disse...

Portugal mercê da sua actividade nos orgãos dirigentes das organizações internacionais, em que tem dado provas de uma clara capacidade de trabalho tem conseguido ganhar bastante prestígio, que se reflecte nesta bela vitória na UNESCO.

Esta vitória mostra, como o Senhor Embaixador bem refere, uma excelente capacidade de trabalho da nossa diplomacia em ambientes multilaterais.

Espero também que se aproveite o momento para voltar a nomear um Embaixador exclusivamente dedicado à UNESCO.

LBA

Anónimo disse...

Parabéns também à excelente diplomacia da República Bolivariana da Venezuela, da RPC, da Guiné Equatorial, de Cuba e da Bielorrússia.

Confesso que continuo sem perceber o deslumbre português em ser eleito para coisas, na volta ainda estou a recuperar do histerismo pós Guterres. E se é a recompensa por ser um país insignificante, menos percebo ainda. É tão desproporcionado e megalómano que soa a provinciano. Mas que sé yo? De certeza que me está a escapar alguma coisa.