sábado, 11 de novembro de 2017

A dúvida



Com o tempo, e com as incertezas induzidas pela sabedoria que a idade nos traz, inquietamo-nos sobre a eventual justeza de certas opiniões pessoais. Seremos nós quem não está a ver bem as coisas? Aconteceu-me agora. Ajudem-me: acham mesmo normal que o jantar final do Web Summit seja entre os túmulos do Panteão Nacional?

28 comentários:

Anónimo disse...


Como não-politisado pergunto-me o mesmo.

Foi concerteza uma má escolha e mal pensada, ou então há qualquer mistério que me escapa. Como não-politisado não consigo descortinar as possiveis razões.

Anónimo disse...

I hope they get haunted...

forever!

resta saber quem é que assombra quem, se aqueles que ja partiram, ou as almas penadas que andaram por Lisboa...

Dalma disse...

Não, não acho! Talvez tb seja da idade...

Joaquim de Freitas disse...

Confusão dos géneros! O organizador, talvez tivesse lido Ouija - o jogo dos espiritos .

Reaça disse...

Se isto é mesmo verdade, a juntar ao "diabo" à solta neste país, incêndios à solta, legionela à solta, Sócrates e banqueiros à solta, Justiça futebolística à solta, geringonça à solta...a navegar à vista!

Em breve cairemos numa chacota histórica de que não há memória.

Anónimo disse...

E quem é que mantém o túmulo do Sidónio com flores? É o Marcelo?
E a Amália, cantou?

Anónimo disse...

Concordo com o seu texto.

É a saloiada e o provincianismo no seu máximo esplendor !

Não há paciência para tanta palermice.

A Nossa Travessa disse...

Caro Chicamigo

Tam´m podia ser no cemiterio dos Praseres; sempe havia mais túmulos :-)))

Ab do Leãozão - inultrapassável

Anónimo disse...

Infelizmente qualquer um pode alugar o Panteão Nacional.
Isto não é hospitalidade, é servilismo.

Lei de 2014 do governo Passos Coelho.
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/static/data/recursos/cedencia-e-aluguer-de-espacos/desp_8356_2014.pdf

Anónimo disse...

Ó "não-politisado", aprenda lá a escrever essa tanga corretamente. É "politiZado"!!! Com "z"!

Anónimo disse...



Bem bem.

O Panteão Nacional foi instalado num edíficio com alguma história: o das obras de Santa Engrácia, o qual Salazar persistio em terminar.

A sua fundação tem muitas polémicas na história de arte deste país, prmovidas pelas artes ocultas.
Será que os "nerds" se pensam os que conhecemm a pedra filosofal ou seja os alquimistas deste nosso tempo.....

Wow a estas alturas dá-me para isto: perante factos tão insólitos como o que se verificou ontem na ex igreja de Santa Engrácia, tem de se passar pelas artes ocultas.
Isto anda dificil de se perceber.

Ana Vasconcelos disse...

Não, não me parece normal...mas quando vejo estas coisas, começo a pensar que sou eu que estou mesmo a ficar velha...

Anónimo disse...

@Reaça

Ate tu andas a solta...e nao devias.
Mas ollha reaça foram os da tua raça que fizeram a lei para que isto possa acontecer

Lei de 2014 do governo Passos Coelho.
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/static/data/recursos/cedencia-e-aluguer-de-espacos/desp_8356_2014.pdf
(Agradecido ao anónimo 11 de novembro de 2017 às 12:33)

Muito provavelmente ate foram esses da tua raça que decidiram aproveitar a lei que criaram para ir chatear ate os mortos.

Mas ate que seria boa ideia reactivar o Tarrafal e criar la uma estancia (nao disse turistica) para vos encaminhar para la para umas longas ferias

Anónimo disse...

@Anónimo 11 de novembro de 2017 às 02:14

O seu perfil tem tanto de ridiculo como de idiota.
Quer fazer passar-se por alguem ingenuo e simples mas acaba por passar por um simplorio armado em espertalhao que aprendeu uns enlatados e os utiliza sofrivelmente. Acha mesmo que alguem acredita nas suas boçalidades? (Pergunta retórica)

Anónimo disse...

@ anónimo das 13:04.
Porque até sou não-politisado posso escrever como entender.
E mais não digo.

Anónimo disse...

@Sr Ebaixador.
Nao. Nao e normal. Mesmo nada normal.
Mas vivemos num tempo e numa epoca em que um grupo (demasiado grande por sinal) de individuos sem respeito por nada nem por ninguem, em que os pricipios e escrúpulos sao um obstaculo e nao uma referencia predominam. Sao os Pussy Riot aqui do retangulo.
Mas tambem temos gente apanhada da cabeça, os seguidores de seitas macabras que aspiram a ser seguidores de deuses ou do diabo ou outras coisas tresloucadas.
Nao so e absolutamente acefalo quem teve a ideia como tambem quem foi la comer.

Anónimo disse...

Caro "Não-politisado" anónimo de 11 de novembro de 2017 às 15:00, eu não sou o anónimo das 13:04, mas diria que se engana. Poderá escrever como entender se for não-alfabetizado, como não-politizado o que pode já é de outro foro.

Anónimo disse...

@Anónimo disse... 11 de novembro de 2017 às 15:40

Ena ena :) Ate ja temos um defensor do querido "Não-politSado das 15:00"
hheheheheheheh

Luís Lavoura disse...

Sempre dá alguma utilidade àquele edifício...

Anónimo disse...

Anónimo de 11 de novembro de 2017 às 17:13,

V. não percebe muito bem o que lê, pois não? Vá lá, ainda mais um esforço.

Anónimo disse...

Lê-se e custa a acreditar que possa ter acontecido! Sabemos que o critério repentista com que se depositaram alguns defuntos neste monumento é, pelo menos, pouco sensato. Contudo, para além de ser um monumento para repouso eterno de figuras nacionais, é na prática um cemitério, ponto final. Alguém, em seu perfeito juízo, convoca um jantar ou um cocktail para junto do jazigo ou a cova de um seu familiar num cemitério municipal, ainda que seja o dos Prazeres, em Lisboa, por ser o mais importante e monumental da cidade? O mau gosto deverá ser repartido entre o anfitrião, o proprietário do local (neste caso o ESTADO PORTUGUÊS!!!) e os convidados que aceitaram tão macabro convite de mau gosto e de pouco respeito pelos que ali repousam. Os mortos merecem o devido respeito, quer sejam gente humilde quer sejam figuras nacionais. Infelizmente, parece que foi mesmo real e não se espera ver um desmentido ou reposição da realidade dizendo que a “notícia” foi uma "brincadeira" do suplemento "Inimigo Público" do jorna Público. A lei que permite o aluguer de espaços em monumentos nacionais deve ser interpretada segundo critérios de bom senso e de bom gosto, pelo menos. Se não, qualquer dia também se poderá ceder tal espaço para despedidas de solteiro, festas de finalistas, "raves", festivais de danças modernas, festivais de striptease ou outras que a imaginação possa sugerir. Pobre País que trata assim os seus mortos ilustre, já que também nem sempre respeita os vivos.
José Honorato Ferreira

Anónimo disse...


"Normalidade significa morte"

Às tantas...

Reaça disse...

O grande Panteão Nacional está algures no Vimieiro.
A sua construção foi bem mais modesta que as obras de Santa Engrácia.

jj.amarante disse...

Não me parece normal. É avisado alterar regras para que não se volte a repetir.

Anónimo disse...



@ anónimo do dia do armistício às 15:40

Mas todas as pessoas frequentadoras deste blog sabem que um não-politisado foi e é considerado uma espécie escória humana.
Só que um não politizado nunca insulta os politizados, por isso mais não digo.

Anónimo disse...

@ Anónimo 11 de novembro de 2017 às 14:58

A minha resposta à sua frontalidade pode-a ler no meu comentário anterior sobre o mesmo assunto.

Diário de bordo disse...

Em homenagem aos mortos - já esquecidos - de Pedrogão, de 15 de Outubro, da Legionela e das listas de espera, cativas das cativações que toda a esquerda tem branqueando:
https://www.youtube.com/watch?v=u5V-xBVqjUc
Va', pensiero, sull'ali dorate;
Va, ti posa sui clivi, sui colli,
ove olezzano tepide e molli
l'aure dolci del suolo natal!
Del Giordano le rive saluta,
di Sionne le torri atterrate…
Oh mia Patria sì bella e perduta!
O membranza sì cara e fatal!
Arpa d'or dei fatidici vati,
perché muta dal salice pendi?


Le memorie nel petto raccendi,
ci favella del tempo che fu!
O simile di Solima ai fati,
traggi un suono di crudo lamento;
o t'ispiri il Signore un concento
che ne infonda al patire virtù!

Joaquim de Freitas disse...

Senhor Embaixador : A sua « faúlha » voou por cima dos túmulos e cenotáfios e foi acender outros incêndios mais longe. “Quelle aubaine”, como diríamos em francês, que bela oportunidade de “malhar” uma vez mais na “Geringonça”, de fazer esquecer o autor oportuno do despacho que autorizava o repasto entre os mortos, cujos amigos se juntaram alegremente à “matança” desta esquerda que não respeita nada, e, como escreveu, mesmo o presidente se sentiu mal, e tão mal que pediu providências, como para os outros fogos ateados ou não de Pedrógão e de algures.

Todas as almas bem intencionadas aproveitaram esta “faúlha” para desancar em todas as direcções. Mesmo nesses empreiteiros do passado, que levaram tanto tempo a acabar as obras de Santa Engrácia, Salazar e os outros…

E vimos também aqueles que consideravam que,” todas contas feitas”, os Euros assim recuperados da festa do Irlandês, não faziam mal às nossas finanças, provando que nos sentimentos ou escrúpulos humanos há sempre lugar para o vil metal! Que comanda tudo, mesmo o repouso dos mortos.

Pobre país, onde tantas coisas sérias são tão mal tratadas, carecendo realmente de soluções urgentes, e onde se prova que nem tudo é política, mas a politica está em tudo.