quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Terceira


Quanta História convoca a ilha Terceira! Por aqui se escreveram páginas gloriosas na luta liberal contra o obscurantismo do "antigo regime". Aqui foram detidos, durante a ditadura, muitos republicanos e anti-salazaristas, alguns envolvidos em bravas tentativas revolucionárias pela liberdade. Aqui estavam, no 25 de abril, por decisão disciplinar, Melo Antunes e Vasco Lourenço, que vieram a ser pilares da Revolução. E por esta ilha ficam também as Lajes, eixo da relação estratégica luso-americana, uma base que também foi palco do triste momento foi a "cimeira" que, em 2003, antecedeu a criminosa invasão do Iraque.

11 comentários:

Anónimo disse...

Não fosse ser "amigo da Espanha" e talvez se tivesse lembrado da Batalha da Salga.

alvaro guerreiro disse...

E o D. Afonso VI, mai-lo Gungunhana e as sete mulheres

Anónimo disse...


Vasco Lourenço estava preso em Lisboa, salvo o erro na Trafaria...

Francisco Seixas da Costa disse...

Não estava, Anónimo das 17.12. Estava nos Acores

Anónimo disse...


O problema da reunião nos Açores foi porque ou eram visinhos ou aliados de Portugal, veja-se os USA. Era inevitável que tinha de lá acontecer com a nossa presença. Mas reconheço que não é facil de interiorizar tal coisa. Pode doer a alguns antigos.

Joaquim de Freitas disse...

Anónimo das 13 :53 : Nada no mundo pode impedir o homem de se sentir nascido para ser livre. Nunca, aconteça o que acontecer, pode aceitar a servidão : - porque pensa.

joana gouveia disse...

Sr embaixador.
Ainda bem que refere esse marco negro na história da Ilha Terceira que foi a cimeira das Lajes. Pior que o epicentro dum terramoto cuja violência, nem Richter nem Mercalli alguma vez imaginaram e cujas réplicas violentas ainda hoje se sentem. foi a vergonha de ter sido um português, a fazer aquele discurso duma hipocrisia miserável cujo título era " A Ultima oportunidade para a paz". Tenho tentado reencontrá-lo, mas por mais voltas que dê o dito levou sumiço.E lembrar-se me que o autor da bestialidade chegou a presidente da Comissão europeia

Anónimo disse...

@ Joaquim de Freitas 7 Setembro 14.42

De facto a liberdade do ser humano é necessária para o seu desenvolvimento.

Mas o conceito de liberdade de ontem não tem de ser igual ao de hoje.

E liberdade sem responsabilidade dá a anárquia tão querida das revoluções que geralmente terminam numa ditadura mesmo que curta ou longa.

Servidão ainda a há face à necessidade de fazer trabalhos de servo para subir na escala social dos que começam a sua ascençao....à servidão.

Há também a servidão ao vício, ao prazer, ao sucesso social, ao dinheiro mal ganho etc. etc.

Joaquim de Freitas disse...

Anonimo das 13:53 ; Subscrevo o que escreve. Mas na minha linha de reflexão sobre a liberdade, queria só dizer que nada obrigava aqueles seres pensantes das Lages a alinhar-se na escravidão… atrás do mestre. Nada. E à cumplicidade no crime.

Anónimo disse...

@ Joaquim de Freitas

Nunca nos devemos esquecer que qualquer guerra é apenas uma histeria colectiva contra os inimigos reciprocos. É um acto de resistência violento.

Nenhuma guerra é racional mas.... consta nos genes humanos desde sempre.
{Segurem-me que eu mato aquele gajo!!!!!!]

Não sei se na sua linha de reflexão haverá algumas guerras que são legítimas porque defendem a "liberdade", como as guerras de Napoleão que iriam difundir as ideias da Revolução Francesa e outras não.[ Aqui em Portugal ainda há réplicas disso.] A isso chama-se relatividade.
A guerra seja ela qual for é muito pouco estética e nem demonstra o melhor do ser humano.

Unknown disse...

Puro engano
Oo Major Melo Antunes e o capitao Louren co estavam em |Ponta delgada que fica na ilha de s.miguel
Boa tarde
Liberal C

orreia