domingo, 18 de junho de 2017

Tudo é feito de mudança

Um país não é muito diferente de uma pessoa: num segundo, sai-se de dias em que tudo parecia correr bem para um tempo de fatalidade, perante a qual se revela a nossa impotência.

6 comentários:

Anónimo disse...

E quando Portugal perder a candidatura para a sede da EMEA vai vir ao de cima a estupidez e o provincianismo das lutas de bairro. Outra coisa é a regionalização que devia ser feita já por forças do progresso.

Joaquim de Freitas disse...

Todas as fatalidades que caiem sobre um humano, podem não ser todas geradas por ele ao longo da vida.
Mas ceio que algumas fatalidades que assolam um país, por imprevisíveis que sejam, quando é a Natureza que as determina e desencadeia, podem ser agravadas pela má gestão dos riscos da parte dos homens.

Anónimo disse...

"Um país não é muito diferente de uma pessoa: num segundo, sai-se de dias em que tudo parecia correr bem para um tempo de fatalidade, perante a qual se revela a nossa impotência."


Não. Não ha fatalidades nem impotência. Impotência e fatalidades são consequências daquilo que se não fez. Por isso não são nem fatalidades, nem impotências. Pois poder-se-ia ter feito doutro modo.

Se os artigos de jornais publicados ontem a esta hora forem fidedignos houve ao menos descoordenação da protecção civil.

"Várias habitações estão em risco na vila de Pedrógão Grande, distrito de Leiria, disse fonte dos Bombeiros Voluntários locais e da GNR (...)
Uma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria, por seu lado, disse à Lusa que o incêndio naquele concelho do distrito de Leiria lavra numa zona florestal e ainda "não há qualquer indicação de casas em perigo".

http://www.jn.pt/local/noticias/leiria/pedrogao-grande/interior/chamas-ameacam-casas-em-pedrogao-grande-8569746.html

Anónimo disse...

Ele é a roda da vida dos indianos.

O que pode doer mais é áqueles que se pensam os donos disto tudo, os quais detêm a verdade e de repente [ não sei quem] lhes tira o tapete porque já não precisam deles.
Pode-se conseguir subir rápidamente numa sociedade básicamente burguesa ou comunista e cair-se de muito alto, sem nunca mais se poder levantar, por lhe terem encontrado um pôdre.

Já corre por aí que o Macron é assim, por ter sido educado pelos Jesuítas. Chamem o Marquês de Pombal "vite vite" porque em França isto pode ser crime.

Anónimo disse...

Nicolau Santos acha que descobriu a pólvora e quer a demissão da MAI que é uma pessoa séria e íntegra. Nicolau perde uma boa oportunidade para estar calado. E compara o incomparável ao dizer que Jorge Coelho pedira a demissão por causa de Entre os Rios. Mas toda a gente sabe que não foi por causa disso. Ou já não se lembram do que João Cravinho, pai, dizia em voz alta?

Anónimo disse...

Tornados de fogo

https://www.youtube.com/watch?v=rqYEeivt8Eg

aos 8m36s o investigador australiano fala da experiencia que fizeram em Portugal sobre o assunto...

portanto nao sera falta de conhecimento que o pais tem, tenho impressao.