quarta-feira, 3 de maio de 2017

Refugiados

A tradicional auto-flagelação lusitana, essa endémica mania de desqualificar o que alguém faz em nome do país, tem vindo a "desfazer" no acolhimento dado aos refugiados, destacando que muitos "fogem" de Portugal, após precariamente instalados.

A ver se nos entendemos: cumprindo bem a sua história como país recetor de deserdados da sorte, Portugal foi dos primeiros Estados a abrir portas, à sua medida, à recente vaga de refugiados do Médio Oriente. Fê-lo através de uma notável mobilização do Estado e da sociedade civil, da igreja e dos municípios. Como cidadão, fiquei orgulhoso com o modo generoso como o nosso país se mobilizou.

Portugal fez a sua obrigação, fê-la bem e à medida das suas possibilidades - que são as do país mais pobre da Europa ocidental, como alguns teimam em esquecer que há muito somos. Houve, com certeza, falhas, mas, genericamente, as avaliações feitas são muito positivas e reconfortantes.

Arguir com a posterior saída dos refugiados é não entender que, na sua condição, é de todo natural que procurem ir em busca das melhores oportunidades, que essas são as que países mais ricos proporcionam, onde as possibilidades são em maior número, em que os apoios sociais são mais amplos, onde porventura há comunidades da mesma origem, mesmo familiares e amigos já integrados.

Há que ser rigoroso na avaliação do que eventualmente possa ter corrido mal, aprendendo todas as lições daí decorrentes. Mas não deixemos que a árvore nos tape a floresta e que a acidez agrave as úlceras alimentadas pelo eterno discurso da verrina. 

27 comentários:

Anónimo disse...

Refugiados tem que agregar, somar, integrar-se, mas é o que vemos, querem continuar com seus hábitos, manias, e costumes, aí não dá certo, até hoje eles se estranham na própria terra, não admitem diferenças, enquanto perdurar essas atitudes, vão ser sempre rejeitados, não é Portugal, são eles culpados dessa situação. Falo no genérico, há exceções.

Luís Lavoura disse...

É claro que é naturalíssimo que tentem ir para onde querem. Mas esta atitude deles levanta duas questões importantes.
1) São mesmo refugiados? Ou são, basicamente, migrantes? Se são apenas refugiados, porque saem de um refúgio seguro? Se são migrantes, que obrigação tem Portugal de os ajudar?
2) Portugal, e não só, esteve a fazer um forte esforço para os acolher e apoiar. E eles, ao pirarem-se, estão de facto a cuspir nesse apoio. Pior, estão indecentemente a aproveitar-se dele. Alguns pagam a viagem para a Alemanha com o dinheiro para despesas que Portugal lhes dá. Isso é gozar connosco, portugueses. Andam as instituições de apoio a ralarem-se para lhes arranjar uma casa e, um dia, descobrem que a casa voltou a ficar vazia, sem aviso. Isto não se faz!!!

Eu por mim tomaria uma decisão: Portugal só acolheria menores desacompanhados. Esses ao menos não fogem e, ademais, podem ser educados para se tornarem portugueses como os outros.

Luís Lavoura disse...

Há que ser rigoroso na avaliação do que eventualmente possa ter corrido mal, aprendendo todas as lições daí decorrentes. Mas não deixemos que a árvore nos tape a floresta

1) Não é uma árvore numa floresta. As estatísticas indicam que quase metade dos refugiados acolhidos em Lisboa se piraram. Não é uma árvore numa floresta. É metade da floresta.

2) Aprender as lições é, precisamente, ficar a saber que há uma forte probabilidade de se pirarem. E que, portanto, há uma forte probabilidade de desmerecerem a ajuda que lhes é dada. E, nessa lógica, há uma forte probabilidade de essa ajuda ser desperdiçada e escarnecida. A lição que eu retiro daí é que provavelmente, em muitos casos, mais vale não ajudar.

Anónimo disse...

Pense antes nos portugueses, que caso o esquerdista Maduro continuar pelo caminho soalheiro do socialismo, como a esquerda adora, teremos então que receber alguns milhares.

Mas a moda da esquerda é receber os "outros", deixem-se de multiculturalismo.

Portugal precisa de pessoas com a mesma cultura e que queiram trabalhar e não serem madrassos(as).





Anónimo disse...

Quem lucra com a emigração e fluxo de refugiados?

Pergunta: mas onde encontra o dinheiro um pobre desgraçado que mora no Bangladesh (ou Paquistão, Nigéria, Chad... a escolha é ampla) e que deseja emigrar para o Ocidente?

Resposta: simples, pede um empréstimo a uma das ONG's especializadas em lucrar com as desgraçadas alheias.

Num País de emigrantes miseráveis (no sentido que nem o dinheiro para sobreviver têm), o "empréstimo de migração" representa um negócio que acontece em plena luz do dia, com ONG's tipo a BRAC: pessoas que são consideradas às margens do desenvolvimento, ficam totalmente integradas no sistema destes serviços financeiros.

Vamos ver mais de perto este exemplo, a BRAC, lembrando de que é apenas uma (provavelmente a mais popular) das ONG's que lucram com o azar das pessoas.

BRAC!

BRAC tem feito o que poucos outros fizeram.
Conseguiram alcançar sucesso em grande escala,
trazendo programas de saúde salva-vidas
para os milhões dos mais pobres do mundo.
Bill Gates

Anónimo disse...

BRAC é uma ONG que actua em várias frentes, entre as quais o microcrédito para a emigração.
Originária do Bangladesh, hoje opera não só na Ásia mas também na África, onde, obviamente, faz um óptimo trabalho considerada a vaga de africanos que conseguem chegar até as costas da Líbia e daí à Europa.

Obviamente, a BRAC é uma organização não-governamental que ostenta fins humanitários: na prática, antes das ONG's que transportam os migrantes pelo Mediterrâneo, há a BRAC que fornece o dinheiro para chegar até à beira daquele mar.

Quem é a BRAC?
Na verdade, o pessoal que gere a organização não passa duma série de piões envolvidos num enorme negócio lucrativo, mas mesmo assim é interessante observar donde provêm.

Anónimo disse...


Faruque Ahmed, Director Executivo da BRAC International: licenciado na Johns Hopkins University (Maryland, EUA), operativo senior do Banco Mundial.
SN Kairy, Chefe do Departamento Financeiro: Chief Financial Officer, é também Director de BRAC Bank Limited, BRAC EPL Investment Limited, BRAC EPL Stock Brokerage Limited, BRAC Tea Company Limited, BRAC Services Limited e BRAC Industries Limited. Tanto para perceber qual o tamanho desta organização.
Asif Saleh, Director Senior de Estratégia e Comunicação: ex director da Goldman Sachs, trabalhou também na GlaxoWellcome, NorTel e IBM. Eleito Jovem Líder Global pelo World Economic Forum em 2013.
Tamara Hasan Abed, Director Senior, sector para as empresas: ex Goldman Sachs de New York, formada na London School of Economics, com master na Columbia Business School (EUA), eleita Jovem Líder Global pelo World Economic Forum em 2010.

Anónimo disse...

Donde chega o dinheiro do BRAC? Eis uma lista parcial dos benfeitores:

União Europeia
Bill e Melinda Gates Foundation (óbvio...)
AusAID: agência do governo australiano para o desenvolvimento internacional
UkAID: agência do governo britânico para o desenvolvimento internacional
Governo do Canada
Unicef
International Labour Organization (ILO): agência da ONU
International Food Policy Research Institute: Banco Mundial, Multinacionais para os Organismos Geneticamente Modificados, governos ocidentais
The Global Fund: Bill e Melissa Gates Foundation, AXA, Bono dos U2, Bill Clinton, Ban Ki-Moon, Tony Blair, Jeffrey Sachs, etc.
FHI 360: Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Reino Unido, Bill e Melinda Gates Foundation, Global Fund
Columbia University (New York, EUA)
The George Washington University (Washington, EUA)
Aberdeen University (Reino Unido)
Centro Internacional de la Papa, parte do projecto CGIAR: Rockefeller, governos (USA, Canada, Reino Unido, Alemanha), Ford Foundation, ONU, Banco Mundial, Comissão Europeia, OPEC... falta alguém? Ah, sim: Bill e Melinda Foundation.


O caso da Europa é paradigmático: enquanto a União Europeia enfrenta o problema da imigração (obviamente com o dinheiro dos contribuintes europeus), do outro lado financia estas empresas financeiras que enviam mais emigrantes e lucram com isso. Palavras para quê?

Anónimo disse...

O problema das migações face à guerra é muito mas muito complicado. A Europa foi colhida de surpresa quando esses migrantes começaram a atravessar fronteiras como se fossem europeus. Muitas vezes penso neles como os chamdos retornados que chegaram muitos com uma mão à frente e outra atrás. São as consequencias das guerras. Mas neste caso, de que se fala aqui, mais pareceu uma invasão do que uma migração. Esperemos as consequências. Relembrei alguns relatos das invasões barbaras em Roma no fim do Império Romano.

Joaquim de Freitas disse...

O anonimo das 22 :20 esscreve :

« O problema das migrações face à guerra é muito mas muito complicado. A Europa foi colhida de surpresa quando esses migrantes começaram a atravessar fronteiras como se fossem europeus.

Tem a certeza que a Europa foi colhida de surpresa? Quando os EUA invadiram o Afeganistão, o Iraque, a Líbia, e apoiaram uma facção da guerra civil na Síria, não era de esperar que milhões de pessoas se poriam em marcha para escapar à guerra?

Quando a invasão americana do Iraque provocou a guerra civil entre Chitas , Sunitas e Curdos, não era de esperar o êxodo maciço ao qual assistimos?. O anónimo devia conversar , como eu fiz, há algumas semanas , com refugiados cristãos do norte do Iraque, que foram acolhidos na cidade onde vivo em França. Compreenderia, que quando a vida dos seus está em perigo, aqueles que têm algumas posses investem tudo na fuga.

Quando a Europa, mais os EUA, decidiram destruir a Síria, para recuperar o seu petróleo, eliminando um ditador, certo, mas substituindo-o por milícias islamistas que se fazem a guerra mutuamente, não foi pior a emenda que o soneto?

A Europa recolhe hoje os erros de estratégia global com os EUA. O que é de lamentar, é que são milhões aqueles que sofrem, incluindo os europeus que não têm os meios de ajudar todo esse mundo de desesperados que aborda as suas costas. Mas os EUA , principal culpado da situação, não recebem ninguém.

Anónimo disse...

Freitas, no seu registo habitual, "descobre" que tudo é culpa dos EUA.
Hoje o tempo está triste em Lisboa. São os américas a taparem o sol.

Anónimo disse...

É verdade que o dinheiro que Guterres ofereceu ao "comité para os refugiados" (ou lá como se chama aquele associação de almas caridosas), foi para comprar um carro? (para visitar os refugiados que - conforme se vê -, se piraram assim que puderam).

Onde estavam os condoídos quando a Ucrânia estava a ferro e fogo e tanta gente abandonava as suas casas com uma mão atrás e outra à frente? Nessa altura ninguém achou oportuno oferecer asilo a gente europeia e da qual temos, genericamente, muito boa opinião? Esses, ainda cá estariam!

Luís Lavoura disse...

Joaquim de Freitas

os EUA , principal culpado da situação, não recebem ninguém

Isto não é em rigor verdade, os EUA têm acolhido bastantes refugiados sírios, embora certamente muitos menos do que a Europa.

patricio branco disse...

normal, compreensível, muitos utilizam portugal ou outros países apenas como escala mas alguns ficarão

Anónimo disse...

@ Joaquim de Freitas

Todas as guerras e não só estas últimas, provocam migrações como é óbvio.Ou seja: antes dos americanos passava-se o mesmo.
Estas no entanto pareceram mais uma oportunidade para aquela população em fuga nos invadir. Veja-se a organização das marchas e a ordem impecável em que se deslocavam. Quase que se pareciam com militares e as suas familias.
Temos de esperar algum tempo para perceber as consequências disto.

Anónimo disse...

@ Joaquim de Freitas.

Desculpe-me mas o senhor tem nos USA um inimigo de muita, mas de muita estimação.
É sempre bom que se tenha um bode expiatório para se poder compreender melhor o que se vai passando neste mundo e em tudo atribuir-lhe as causas dos infortúnios.

Com os meus respeitos.....

Isabel Seixas disse...

Revejo-me no seu texto, aliás socorrer os aflitos é humanismo e ponto.
o sim mas, neste caso concreto é como a ingratidão e as más ações são da responsabilidade de quem as protagoniza e obviamente não estou a falar de quem encontrou melhor ora essa até deixam o lugar para outros aflitos...

Reaça disse...

A Europa já não diz coisa com coisa.

A Europa já era.

Os ingleses já mandaram isto à fava e já estão a vedar o Tunel com muros e ninguém abre o bico.

Como sempre a última batalha será ganha por eles.

Mal por mal, nós estamos à beirinha, facilmente largamos o barco sem se dar por isso.

Só por oportunismo é que entrámos nesse barco, tipo maria-vai-com-as-outras, nunca haverá grande perigo para estes lados com o fim da bagunça.

Aqui os refugiados não fogem, é o país que se purga!

Francisco de Sousa Rodrigues disse...

Totalmente de acordo.
Como não me confundo com aquilo que me é exterior, não me passa pela cabeça nutrir qualquer ressentimento face às escolhas das pessoas nesta matéria, apesar de me aprazer que as pessoas se sintam bem por cá.
E já agora, um grande viva à diferença, pois a capacidade de viver com a dita é um dos grandes triunfos da nossa ontogénese.

Joaquim de Freitas disse...

Senhor Luís Lavoura : Segundo o patrão do CHR, o nosso compatriota António Guterres, havia no ano passado 4,5 milhões de refugiados das guerras do Médio Oriente nos países limítrofes da Síria, 7 milhões na Síria mesmo e 1 milhão na Europa. Desde então o numero não cessou de aumentar.
Os refugiados aumentaram a população do Líbano de 25% e a da Jordânia de 10%.

A Europa recebeu mais de 1 milhão, e a Alemanha , só ela, recebeu 800 000.

Quanto aos EUA, leia por favor: ““ M. Miliband sur la chaîne MSNBC. "Mais pour la Syrie, je crains que la performance ne soit pas à la hauteur: depuis le début du conflit syrien, les Etats-Unis ont pris 1.234 réfugiés, soit en gros 250 par an", a critiqué l'ancien ministre. »

Claro que sabemos porquê : « Leia por favor : « Le porte-parole du département d'Etat Mark Toner a reconnu jeudi qu'il y avait "certainement urgence" à ouvrir davantage les portes mais il a aussi rappelé que la "première priorité est de protéger la sécurité nationale des Etats-Unis et leurs ressortissants".

De fait, si Washington a bien accepté d'accueillir certains des Syriens qui fuient les violences infligées par le régime de Damas et le groupe Etat islamique, les autorités veulent aussi s'assurer qu'aucun "terroriste" ne passe entre les mailles du filet. Des fonctionnaires du département de la sécurité intérieure se rendent ainsi régulièrement dans les pays du Moyen-Orient pour interviewer les candidats à l'asile.




Joaquim de Freitas disse...

Ao Senhor Anónimo das 19 :50 : Não, os EUA não são o meu “inimigo de estimação”. Mas qual outro país no mundo tem uma responsabilidade tão esmagadora na situação do Médio Oriente , desde a guerra do Afeganistão, do Iraque, da Síria, da Líbia ?

O povo americano não é o meu inimigo de estimação. Andei por là dezenas de anos no quadro da minha profissão. Conheço-o bem. O povo americano é vitima dos seus lideres políticos que desde sempre estão ao serviço das oligarquias militaro financeiras, que os lançaram em guerras das quais saíram destroçados e com a reputação de rastos. Utilizando mentiras colossais , hoje reconhecidas, para justificar as suas agressões. Na realidade é o sistema que os arrasta para as guerras incessantes, no mundo inteiro, , desde 1945.

E a notícia que nos chega esta manhã, da anulação eventual do OBAMACARE, pelo novo presidente dos EUA, Donald Trump, que visava proteger 45 milhoes de Americanos sem cobertura médica, prova bem o carácter reaccionário desta elite politica que detém não só o bem estar do seu povo, mas também a chave da paz do mundo nas suas mãos.

E o que me revolta mais ainda, é de ler também esta manhã, que os impostos dos ricos vão baixar de 20% …. Que dizer doutro sobre a iniquidade evidente desta gente?

Joaquim de Freitas disse...

Anónimo das 19:44 disse...


Todas as guerras e não só estas últimas, provocam migrações como é óbvio.Ou seja: antes dos americanos passava-se o mesmo.
Estas no entanto pareceram mais uma oportunidade para aquela população em fuga nos invadir. Veja-se a organização das marchas e a ordem impecável em que se deslocavam. Quase que se pareciam com militares e as suas familias.
Temos de esperar algum tempo para perceber as consequências disto.
4 de maio de 2017 às 19:44"
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Tenho lido de tudo neste blogue. Mas este comentário é o máximo em termos de indiferença e desumanidade . Sobretudo quando escreve “pareceram mais uma oportunidade para aquela população em fuga nos invadir.” Que pobreza de argumento.

Qual teria sido o destino dos milhares de espanhóis que atravessaram os Pirenéus em 1939, fugindo ao fascismo franquista e para muitos, à morte certa. Também invadiram a França?

Talvez o anónimo ignore que a miséria, a ausência de liberdades, a falta de investimento na educação, o regime de hierarqias sociais rígidas, lançaram sobre os caminhos dos Pirineus, nos anos sessenta, dezenas de milhares de Portugueses. Em 17 anos, os Portugueses em França passam de 20 000 (1958) a 800 000 (1975).

A partir de 1961 não foi só a miséria mas o medo das guerras coloniais que justificaram o êxodo dos Portugueses. Nunca os Franceses consideraram que se tratava duma invasão.

Anónimo disse...

Ao anónimo das 19,13 de 3 de Maio. À esquerda é realmente horrível, preocupa-se com os outros. Julgo que isso viola o princípio base do cristianismo era "odiai-vos uns aos outros, não era?
Fernando Neves

Joaquim de Freitas disse...

Ainda para o anónimo das 19 :44, parece-me que se houve invasão, não foram os afegãos, os iraquianos, os sírios e os líbios que invadiram os EUA e muito menos a Europa. Mas o contrário é verdade.

Anónimo disse...

@ Joaquim de Freitas 09.23

Eram outros tempos. Outras vontades. Outras conjunturas. Não sejamos anacrónicos. Vejamos os fenómenos sociais no seu tempo. As comparações podem ser bons argumentos, mas perigosas.

Com os meus respeitos....

Anónimo disse...

Freitas na sua habitual missão de invadir este blogue. "Refugia-se" aqui e não foge para a Alemanha. Que ferro!

Anónimo disse...

@ Anónimo das 12.15.

Como não sou politizado:
- De que esquerda está a falar. Ela há tantas que não entendi o seu comentário. Ou ela há só uma e mais nenhuma? Isto de se dividir o mundo inteiro em esquerda e direita não tornou as coisas fáceis.