quinta-feira, 3 de setembro de 2015

António Pinto da França


Um grupo de amigos do Embaixador António Pinto da França tomou a iniciativa de organizar uma sessão em sua homenagem, poucos dias após a data em que teria completado 80 anos de idade. 

Círculo Eça de Queiroz acolheu amavelmente a ideia e facultou as suas instalações para o evento.

A sessão terá lugar no dia 17 de Setembro, Quinta-Feirapelas 18 horas, nas instalações do Círculo, no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, n° 4, ao Chiado, em Lisboa.

A sessão será presidida pela Dra. Teresa Patrício Gouveia, tendo como oradores o Embaixador Fernando d'Oliveira Neves, o Dr. Pedro Canavarro e o Dr. Jaime Gama.

A entrada é livre mas, atendendo ao número limitado de lugares, pede-se que as pessoas interessadas em estar presentes disso informem o Círculo por email (geral@circuloecadequeiroz.com) ou por telefone (213 428 758 ou 960 364 685).

Agradece-se a divulgação da presente informação.

3 comentários:

Jose Martins disse...

Senhor Embaixador,
Um embaixador que eu admirei
Tenho na minha biblioteca a sua obra "Portuguese Influence in Indonésia" que me ofereceu embaixador Melo Gouveia em 1985, onde nos dá conta das raízes de Portugal nas Índias Orientais.
Um embaixador de Portugal da velha guarda com formação diplomática e cultural.
Saudações de Banguecoque

Anónimo disse...

António Pinto da França era uma pessoa impecável e um diplomata excepcional. Nunca servi sob as suas ordens mas trabalhámos muito em Paris, e fomos a Jacarta na sua primeira visita à Indonésia trinta e cinco anos após lá ter exemplarmente representado Portugal. Fui também vê-lo a Bona, pouco tempo depois da queda do muro de Berlim mas antes da Embaixada ter mudado para a capital actual. E à a Quinta da Anunciada Velha... Coisas que não se esquecem. É uma homenagem mais do que justa e lamento muito não poder estar em Lisboa nesse dia. Um beijo à Sofia.

JPGarcia

Salvador Pinto da França disse...

Senhor Embaixador,

Penso que não é segredo para si a relação muito especial que tinha com o meu tio.

Testemunhei a amizade que os unia em diversos momentos. Lembro-me especialmente da estadia em Roma, há já uns quase vinte anos, mas também de várias passagens por Tomar.

Fiquei já muito comovido de constatar o tributo que prestou ao meu tio António pela constante presença no velório, mas ainda mais fico por ver as diversas homenagens que lhe têm prestado (e organizado). Não tenho palavras para lhe agradecer.

Tenho mesmo muita pena de não poder estar presente nesta, por razões familiares.

Tive acesso a grande parte do arquivo digital do tio António. Conhecendo-lhe a organização metódica, poderá imaginar o interesse que tem. Redescubro várias textos já conhecidos, outros inéditos. Gostava de poder um dia trocar impressões consigo.

Gostava muito ainda que me facultasse um contacto do Embaixador Fernando Neves, a quem também gostaria de agradecer um texto tão profundo - e de quem coneheceu tão bem o meu tio - que escreveu para o JOrnal o Público.

Um abraço com muita estima,