terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Federica Mogherini


Hoje, vou ter o gosto de moderar um encontro, em Lisboa, em que participa a vice-presidente da Comissão Europeia e Alta Representante da UE para os Assuntos Externos e Política de Segurança, Federica Mogherini.
 
Federica Mogherini substituiu, nestas funções, Catherine Ashton, e chefia o Serviço Europeu de Ação Externa, que detem 141 delegações espalhadas pelo mundo e funciona como uma espécie de "Ministério dos Negócios Estrangeiros" da UE.

7 comentários:

Correia da Silva disse...


.....e funciona como uma espécie de Ministério dos Negócios Estrangeiros da UE.

Desculpe a minha ignorância, mas não entendi !

Francisco Seixas da Costa disse...

O Serviço Europeu de Ação Externa da UE funciona, por assim dizer, mas com aspas, como uma espécie de "Ministério dos Negócios Estrangeiros da UE". Consulte por favor a net sobre este assunto.

Joaquim Tavares de Moura disse...

O autor deste blog tem um humor sarcástico, que nem todos alcançam. Um MNE da UE, Boa piada!

Anónimo disse...

Actual crise no Mediterrâneo e perspectiva de intervenção na Líbia avalizada pela ONU mostra que Renzi tinha razão na sua obstinação para impor D'Alema ou a actual titular para Alta-Representante.
Depois da impressão digital deixada por Ashton com a criação do Serviço Diplomático Europeu os tempos são de transição com a saída de Pierre Vimont e a entrada de Alain Le Roy.
Há um estilo carismático, mais feminino e mais voluntarista que muda a face da diplomacia europeia. Onde em Lisboa se encontram coutadas e feudos com ou sem aspas, no Serviço Europeu encontra-se a pressão, que ainda funciona, dos Estados membros e que tem permitido a Portugal algum protagonismo nos lugares de topo mas não nas estruturas intermédias.

Anónimo disse...

Hum...hum...hum... L'art de botter en touche!...
C.Falcao

Joaquim de Freitas disse...

Madame Frederica Mogherini , a representante dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, milita em favor do reconhecimento do Estado Palestiniano , e a Suécia , a primeira, mostrou o bom caminho à UE. A nossa MNE merece, por isso, o nosso respeito se continuar nesta direcção.

Porque senão, a decisão sueca terá um enterro de primeira classe - 1 reconhecimento em 27 - e será mais simbólico que decisivo.

Que Frederica Mogherini não esqueça que os critérios de direito internacional para um reconhecimento do Estado de Palestina existem : um território, uma população e um governo.

Mas não pode esperar muito, senão o território acabará por desaparecer, sobretudo se os Judeus de França e de Navarra, e mesmo da Europa, obedecem ao apelo de Netanyahu de regressar em massa à Palestina.

Bo Gustav Bäckström disse...

Caro Francisco,

Já agora, qual é o encontro e qual é o tema do mesmo?

Abraço
Bo