quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

José Manuel Galvão Teles


Foi uma bela festa! Ele mereceu-a. O José Manuel Galvão Teles, com aquele sorriso bom que o Sean Connery pretendeu, em tempos e sem êxito, imitar, é uma grande figura, não apenas da advocacia mas também, e principalmente, da cidadania. Ontem, um imenso grupo de amigos foi homenagear uma vida bem vivida, recheada de belas e bem sucedidas aventuras, ao lado da Micucha que, como bem lembrava António Serra Lopes, o atura com amorosa paciência bem para além do meio século - que com eles já comemorámos, vai para uns tempos.

Não faço parte dos mais velhos amigos do Zé Manel, mas tenho com ele, de há muito, uma relação de grande simpatia e amizade, fruto de várias cumplicidades e cruzamentos de ideias e de interesses. É uma figura que admiro pela sua inabalável postura democrática, pela fidelidade ímpar aos amigos (sei do que falo), pela sua retidão e pela maneira alegre e jovial de estar. Ontem, senti que ficou muito satisfeito pela homenagem que lhe foi prestada, pelo belo livro que lhe foi dedicado, tendo na capa uma pintura de Júlio Pomar que, como ele próprio reconheceu, lhe retrata magnificamente os olhos. Esse seu olhar sobre as pessoas e as coisas do mundo e da vida, que nele reflete a serenidade do grande homem de bem que é.

1 comentário:

patricio branco disse...

uma boa, simpática e merecida homenagem