domingo, 27 de outubro de 2013

Notícias do guião

Um conhecido oráculo oficioso de Fafe explicou hoje que o famoso "guião para a reforma do Estado" tem 90 páginas e por título "um Estado melhor".

Enfim, nada de novo a Oeste. Nos idos de 80, reclamava-se "menos Estado, melhor Estado". Outros acrescentariam, com alguma má fé e pior língua "... e o que sobrar para nós". Ainda será assim?

10 comentários:

Anónimo disse...

Já não vai sobrar nada desta vez, Senhor Embaixador!

Anónimo disse...

Acho que era “menos Estado, melhor Estado”. Como o Guião veio atrasado, e já está tudo muito encolhido, já não será necessário, nesta altura do campeonato, “menos Estado”… quanto ao que sobra…claro que não sou um santo…
antonio pa

Francisco Seixas da Costa disse...

Caro Anónimo das 00:46: foi um lapso meu. Obrigado

Anónimo disse...

"E a montanha pariu um rato", poder-se-á dizer em breve.

Defreitas disse...

Um Estado que não esqueça que: " Entre o poderoso e o humilde é a liberdade que oprime, e a lei que liberta". pois que a liberdade de uns deve parar onde começa a liberdade dos outros.

Trata-se por isso de exigir, hoje, mais democracia e certamente um "melhor Estado" que assuma as suas responsabilidades.

O valor central da sociedade deve ser o trabalho. Tal não parece ser o que desejam aqueles que , em nome do liberalismo, exigem cada vez "menos Estado".

"Menos Estado" oferece um ângulo morto à ideia liberal económica, cujos arautos não cessam de apregoar as vantagens da liberalização dos mercados, mas põem raramente a questão das consequências. Ora o "menos Estado" consolida as máfias e favorece os novos fenómenos criminosos, como a corrupção e o branqueamento dos capitais ilícitos.

Ao constatar todos os escândalos que no nosso pais e não só, e isto em quase todos os sectores , constituem os artigos dos media, podemos considerar que, quando há menos Estado, a emergência da democracia em vez de a erradicar fez prosperar a máfia .

Paralelamente, as forças económicas do sistema procuram erradicar o Estado providência.

São disse...

Talvez seja...

Posso estar a ser mázinha, mas acho que este famigerado Guião tem sido sucessivamente adiado para que o seu autor não fique ligado aos cortes nem seja por eles responsabilizado.

Porque, uma coisa temos que admitir, Paulo Portas é inteligente e tem traquejo político.

As minhas saudações.

Portugalredecouvertes disse...

Até cheguei a pensar que "a reforma do estado" não existia em lado nenhum! como se fala e não se explica o que é, parecia algo que qualquer um faria à sua maneira...

entre a reforma para o estado e a não reforma para as pessoas, é difícil de entender

Isabel Seixas disse...

É, de facto, um guião
era mesmo mesmo o que nos faltava
já sentíamos a solidão
de protocolos de como se aldraba...


Anónimo disse...

O importante morreu Lou Reed !

Lou Reed (Brooklyn, New York, 2 de Março de 1942 - 27 de outubro de 20131 )

"foi um cantor, guitarrista e compositor norte-americano. Foi considerado o 81º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.3
É por alguns considerado o pai da música alternativa, poeta das esquinas de Nova Iorque.[carece de fontes] Foi um dos vocais do The Velvet Underground, influenciando Iggy Pop, New York Dolls e David Bowie. Mais tarde toda a cena pós-punk inglesa. Admirador de Edgar Allan Poe e Raymond Chandler, além de James Joyce, a quem faz referências em Blue Mask.
Em maio de 2013 passou por um transplante de fígado. Voltou a ser internado em julho com um quadro de desidratação severa, vindo a morrer em 27 de outubro do mesmo ano."


Alexandre

EGR disse...

Senhor Embaixador: segundo li no "Expresso" que certamente foi informado por outro oraculo o guião tem 100 páginas.
Convenhamos que uma diferença de 10páginas em documento, que a avaliar pelo tempo de gestação que já leva, deve ser um texto qualitativamente denso não é (a diferença) algo de desprezível.
Esta falta de coincidência entre oráculos só serve para aumentar a minha ansiedade pelo dito guião pois deposito nele grandes esperanças para a resolução dos nossos problemas.