quarta-feira, 24 de julho de 2013

Associações

Embora Dennis Farina, que agora morreu, tivesse uma longa carreira no cinema e na televisão, o meu olhar de distraído e pouco cultivado cinéfilo ligaram-no para sempre à figura do tenente Mike Torello, na série "Crime Story", que fazia as minhas delícias nos idos de 80.

Embora Del Shannon tivesse muitos outros sucessos musicais na sua carreira, a verdade é que, para mim, o seu nome surge sempre associado a um grande tema de culto que é "Runaway", escrito nos anos 60.

Ora a série televisiva "Crime Story" escolheu uma versão do "Runaway" para seu principal tema musical, razão pela qual, sempre que vejo uma foto de Farina/Torello, essa música me vem de imediato à memória.

Ouçam aqui o "Runaway" na versão de apresentação da série ou aqui numa versão mais clássica.

6 comentários:

patricio branco disse...

bonitos tema e cançao, imagens sugestivas das histórias negras. as 2 versões são magnificas, uma com violinos, parece. aproveitei para ouvir o runnaway do elvis que you tube tambem propunha.
tenho ideia do actor tambem como policia em outros policiais, a pele do rosto picada ou rugosa, tambem um certo pendor para o cómico por vezes do personagem, nem sempre de duro.

Anónimo disse...

Precisamente quando a canção "Runaway" estava no auge graças à série "Crime Story", Del Shannon suicidou-se a 08 de Fevereiro de 1990,com 55 anos de idade.
João Seixas

Portugalredecouvertes disse...

Sr. Embaixador
eis um assunto agradável sobre alguma leveza do ser, depois de bastantes artigos ligados aos temas algo "sadomasoquistas" da narrativa política nacional

Angela

Isabel Seixas disse...

Que boa ideia, nem sei de qual versão gosto mais... Há quanto tempo!?

JPA disse...

E vão dois.

Atenciosamente
JPA

soudocontra disse...

Boas recordações. Qando adolescente, ou mais tarde, não sei, esta canção era uma das minhas preferidas e que cantava ao ouvi-la, com os gritinhos todos e tudo. Agora, já quase velhinho, fisicamente, vou voltar a cantá-la. Bom actor, também, de expressão sincera e contida, gostava muito dele, embora agora já não seja o cinéfilo de antigamente. Obrigado
Manuel Torres