terça-feira, 19 de março de 2013

Feminismo

Neste que é mais um "ciclo" de diabolização da função pública, talvez as forças sindicais devessem lembrar à opinião publicável que o setor do Estado é o único onde não existem discriminações salariais entre os homens e as mulheres, contrariamente ao que acontece, com excessiva frequência, em algum setor privado.

Não está na moda dizer bem do Estado, mas eu gosto do que é politicamente incorreto.

9 comentários:

C.e.C disse...

Os Sindicatos, tal qual a Oposição (seja ela qual for) - que faz do termo, stricto sensu -, esqueceram-se há muito a base da sua função; acabando por se transformarem numa mediática base de contrariedade - pura e simplesmente.

patricio branco disse...

bonita fotografia, dum sector privado, presumo...

Helena Sacadura Cabral disse...

Não existem discriminações salariais. É um facto. Mas quantas mulheres chegam ao topo da carreira?
É que a discriminação sabe ser muito subreptícia. E debaixo do manto diáfano da igualdade salarial, escondem-se outras pequenas desigualdades. Ou minto?

Anónimo disse...

Concordo em absoluto!

Isabel BP

margarida disse...

Qual 'politicamente incorrecto', qual quê...

Isabel Seixas disse...

Oh... De facto como pudemos esquecer?!!!
Mulheres e Minhas Senhoras que ingratidão!!!!!!
Façam mas é por merecer e agradecer
a caridade do estado por compaixão

Para Vós sempre escravidão como dever,
dai graças a Deus face à vossa inépsia
consagrada até pelo papa que nos faz ver,
"terdes" a maternidade como perícia...

depois desdenhastes as cotas benfazejas
que de uma para três vos concederam
Ainda ousais desdenhar mostrando invejas
dos fiéis aptos que os Papas abençoaram...

Agradecei pois ao estado esta benesse,
a Deus, ao Diabo, a quem de vós se compadece...

Anónimo disse...

Há dias fui a um hospital público e disse que não queria ser analisado por um médico funcionário público...

Onde estão os outros formados no privado?

Haja Deus.

Guilherme.

Anónimo disse...


Não há uma diabolização da função pública e pela 1ª vez não concordo consigo .
Há dois mundos e os sindicatos os fizeram , questão de sobrevivência , é mais fácil juntar os que têem um patrão comum e são muitos.

Acontece que há um milhão de desempregados neste país e nem um dos quadros permanentes da função pública , como é óbvio .
Em contrapartida um número muito considerável desses desempregados era dos quadros permanentes de empresas privadas .
Se nos lembrarmos que metade dos postos de trabalho perdidos (aqui e na Europa)não serão recuperáveis temos aqui um belo embrulho .

Não ponho em causa as funções do Estado (nenhuma) mas tenho a evidente plena consciência que sem a riqueza nacional criada pelos privados não haverá dinheiro para aquelas .
De resto é o que já acontece e só pode piorar .

Se ainda estivéssemos no tempo dos meus avós em que a função pública era mal paga e tinha poucas regalias em comparação com (algum) privado , vá que não vá .
Mas não é o caso no geral , ainda que eu considere que os técnicos mais qualificados e as funções de maior responsabilidade são mal pagos .

Sendo este um blog "para todos" gostaria que também tivesse estes aspectos em consideração .
Mera opinião , claro.

RuiMG

Isabel Seixas disse...

Até pela generalização constatada e corroborada pelo viés de que a maioria estatistica dos homens são exatamente Mulheres...

Daí que talvez do ponto de vista concetual face à prevalência da diferença de género, continua o poder do fundamentalismo disfarçado neste âmbito, pois o que existe de facto é uma minoria "masculinismo" a querer ( parabéns porque é neste caso que é de facto Poder...)sobrepôr-se a uma maioria inegável até pela evidência, pois claro.
Para ser mais precisa e concisa e ainda resumindo, subscrevo a Margarida.