sábado, 31 de março de 2012

Sonhos

Na parede de uma paragem de autocarros na aldeia de Lixa do Alvão, ontem, ao final da tarde.

11 comentários:

Anónimo disse...

Nada mais verdadeiro!

Anónimo disse...

Os de Lixa são lixados. E há os de Alto da Lixa que ainda são mais altamente lixados... 
José Barros

Anónimo disse...

Amigo, perguntou-me se não tinha ido à procissão.
Qual procissão?
Aquela que terminou junto à Brasileira, em Lisboa.
Mas era com Pálio e Hostiário?

Sonhos... De revolução.

Margarida disse...

Lindo...

mas

... por quanto tempo?
Cada vez mais o que era SciFi começa a ser uma (assustadora / preocupante / maravilhosa / fantástica - riscar o que não interessa-) realidade...

Isabel Seixas disse...

Oh!!! Eu acho que pode.

Helena Sacadura Cabral disse...

Mas podem emprestar-nos os sonhos...

Anónimo disse...

Pois não!

Mas podiam dar uma ajudinha...

José Sousa e Silva disse...

Sebastião da Gama tinha toda a razão : "Pelo sonho é que vamos" ...

Helena Oneto disse...

O sonho é a única verdadeira liberdade que nos é (ainda) possível. Não prescindo desse direito nem dou procuração... Sem sonho não há vida que valha a pena.

Isabel Seixas disse...

Saindo da dimensão nostalgica
e partilhando como Vossa Exa faz
podemos auferir de maré nevralgica
que a sugestão de empréstimo traz

Há sempre o sonho acordado
A par do sonho adormecido
Da mesma moldura dotado
Nosso sonho livre merecido.

Helena Sacadura Cabral disse...

Minha querida Helena O
Antes sonho emprestado do que sonho nenhum. Aliás não serão os nossos sonhos, sempre, um bocadinho de alguém, também?!