segunda-feira, 28 de março de 2011

"Intelligent life"

A "Intelligent life" é uma revista ligada ao "The Economist", a qual, desde há um ano, tem uma edição portuguesa, da responsabilidade da Impresa. 

Segundo os seus criadores, a revista "é criada para um leitor que valoriza a vida, a cultura e a sofisticação. Das viagens à tecnologia, da moda à filantropia, arte, cinema e teatro, além do desporto, comida, bons vinhos e consumo - tudo se conjuga nesta publicação que faz pensar e suscita ideias".

Convidaram-me para publicar, na edição da primavera de 2011, algumas notas breves sobre sete cidades que me tivessem impressionado. Aqui se podem ler esses textos. E deixo imagem do palácio Livadia, de Ialta (uma das cidades retratadas), onde um dia foi desenhado um mundo que ainda não acabou por completo.

6 comentários:

Anónimo disse...

O Sr... é de facto um grande poeta dissimulado na prosa...

Tem a minha chancela, dado que o leio independentemente de qualquer interesse, basicamente pelo travo latente e velado a poesia, as cidades deixam-no num emaranhado de palavras de solidão...

Agora sempre pensei que falasse ó menos numa cidade Portuguesa...Não?

Já nem digo Chaves...

Isabel Seixas

Helena Oneto disse...

Gosto do nome da "Intelligent" revista. Imagino a vista que se desfruta do palácio Livadia (um aparte: nas muitas dezenas de viagens que fez por este mundo, Senhor Embaixador, algumas devem ter-lhe deixado óptimas recordações!).

Adorei a sua visão "impressionista" de cada uma das 7 cidades (não conheço nenhuma delas) que escolheu! Excelente momento de leitura!

zamotanaiv disse...

Viva,
Fiquei muito desiludido com a revista.
Recebo o Economist todas as semanas.
Quando resolveram criar a Intelligent life, enviaram a primeira edição, penso que a todos os assinantes do Economist.
O seu editor, explicava que esta não seria uma revista igual às outras do género, que não serviria para vender produtos de luxo.
Achei exactamente o contrário. Achei que a revista estava direccionada para homens de negócio e malta com muita massa, mas inculta. Os textos sobre arte ou história eram simples e básicos quase que escritos para um público infantil de forma a ensinar o que é e o que não é bom.
Uma espécie de guia paternalista para malta com poder de compra do que se deve ou não consumir.
E depois claro, as páginas de anúncios a objectos de luxo abundavam.
Nunca mais a lí.

Anónimo disse...

Ontem, quando li este post não "cliquei" no "Aqui" para ler as notas breves porque deduzi que já devia conhecer algumas das sete cidades .

Hoje, estou decepcionada porque pensava que era uma "rapariga" relativamente viajada e, afinal, não conheço nenhuma!

Nos meus planos apenas tinha Panjim e Singapura, mas fiquei rendida a Ialta.

As viagens são uma das maiores fontes de enriquecimento pessoal.

Isabel BP

Milca disse...

Apesar de ser antiga sou visual adoro ver, e rever e imaginar diferente do que vi. Poderia ter postado as imagens das cidades.

Anónimo disse...

É ...
Mas também não é difícil identificar as palavras fóbicas...
o que é um descanso, tão cómodo...
Isabel