quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Hoje

Hoje, vão-me permitir que este seja o meu único post.

15 comentários:

Anónimo disse...

Uma fotografia bem reveladora da simplicidade e beleza da arquitectura portuguesa.

IBP

Anónimo disse...

Este post é um hino à inteligência e a diversos conhecimentos...

As leituras podem ser antagónicas...

Quanto mais alto se põe a fasquia...

Saudações...

Helena Sacadura Cabral disse...

Se bem me lembro, hoje é um dia muito triste para si. Estou consigo, Senhor Embaixador.
Daqui exactamente a um mês a tristeza será minha!

Anónimo disse...

Estou de acordo. E, em apoio, nao faco qualquer comentário.
Cumprimentos
Francisco F. Teixeira

Anónimo disse...

Hoje...

Parece que somos Nós na mesma
Só o universo mantém esse poder
O da mudança que chama quaresma
Nós sabemos mesmo se é escolher

Apenas, navegamos, ondas de embalar
Vamos!?Numa deriva juntos em grupos
Cúmplices porque sim,urge continuar
Foi a forma que encontramos,a penar

Uns estão connosco outros sem razão
A circunstancia nosso sim deles não
Prosseguimos convencidos e melhores

Que somos depositários dos favores
Aludimos soberba mas acreditamos Os outros deviam ir onde Nós vamos

Isabel Seixas

Anónimo disse...

Sim, faz favor!

Cdlt
C.Falcão

patricio branco disse...

a fotografia da rua da cidade (braga, talvez, ou viseu) é por si só uma boa entrada

Lebasiaifos disse...

Na primavera de 2000 passei ali em cima um fim-de-semana memorável. Que saudade!
A fotografia da praxe, tirada naquele fotógrafo com a máquina antiga, a preto e branco...lá está a comprovar.

Cump.
Isabel Sofia

Anónimo disse...

Viana do Castelo...

Julia Macias-Valet disse...

"Viana", "Hoje"... a nossa memoria é como um sotao onde estao guardadas recordaçoes.

Margarida disse...

...

Guilherme Sanches disse...

Capela das Malheiras e Santa Luzia. Viana do Castelo, secular sentimento.
Dois abraços, por ser hoje

Anónimo disse...

De Viana,um abraço
Carlos

cunha ribeiro disse...

Pressinto um vago sentimento vago e profundo e sinto que é triste e vago e profundo e alheio e meu e nosso.

Helena Oneto disse...

O que seríamos sem memória?