quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Embaixada aberta


A Embaixada de Portugal em Paris rejuvenesceu.

Hoje, um grupo de crianças do ensino primário de português da secção internacional de Chaville, acompanhado de professores, veio cá cantar as Janeiras.

Almoçaram, viram e comentaram um filme sobre Portugal e foi organizada uma representação teatral inspirada no quadro existente na Embaixada, que simboliza a partida, de Lisboa para Inglaterra, de Catarina de Bragança.

Um belo dia!

7 comentários:

Glauciane Carvalho disse...

Que bela iniciativa esta, queria poder ter tido esta chance em minha infância...
Essa sua postagem foi de uma paz tão grande. Parabéns por tamanha sensibilidade !

Julia Macias-Valet disse...

Senhor Embaixador, com a chegada deste blogue a Paris, ficamos nao so a saber que a nossa Embaixada é um lugar "aberto" mas sobretudo que a lingua portuguesa esta protegida em França.
Ainda bem que essas crianças vieram desde Chaville até à rue de Noisiel desejar-lhe bom ano e afastar os espiritos maus...

Presentem-se belos dias para a lingua portuguesa, por aqui.

Julia Macias-Valet disse...

Tenho a certeza que com o "Pressentem-se" mas com dois "ss" os dias serao mais belos para a lingua portuguesa...

Anónimo disse...

É sempre bom comemorar a partido dos Braganças para Inglaterra. Este ano vamos fazer isso com grande entusiasmo.

AB

Jose Martins disse...

Senhor Embaixador,
Teria uns figuinhos secos para oferecer às crianças depois de cantar as Janeiras?
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No tempo, em Paris, do Senhor Cônsul José Maria d´Eça de Queiroz, certamente que teria uns "figuinhos" das figueiras do Alto-Douro, para retribuir à simpática acção das crianças.
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O Senhor Cônsul, Eça de Queiroz, sempre foi um, excelente, promotor dos nossos figos secos, em França.
Cumprimentos de Banguecoque
José Martins

Anónimo disse...

Caro Sr.José Martins,
E por lá morreu, nessa Paris já distante, o grande Eça, num dia de calor terrível, a 16 de Agosto de 1900, uns dias antes de ter chegado da Suíça, já muito débil e cansado (o que chocou sua Mulher, que até se comoveu ao vê-lo naquele estado de fraqueza física).
Quanto ás "janeiras",também as costuma cantar em jovem, quando o Natal calhava em Alijó, ou na Beira-Alta, em casa de meus avós. Tempos idos!E saudosos!
P.Rufino

Margarida disse...

Que curioso… quando por aí deambulo fico em Vélizy-Villacoublay, e a estação de comboios para seguir para calcorrear a grande cidade é Chaville-Vélizy!
E também visito parentes em Versailles, Meudon-la-Fôret e Le Plessis Robinson (adoro o parque de lá).
É a diáspora transmontana em força!
:)